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26 setembro 2011

Dawn Eden: Sou uma das muitas vítimas do feminismo e do sexo casual

Uma antiga groupie (mulher que acompanha bandas musicais durante as digressões) explica como ela veio a descobrir que a moralidade e a castidade fazem mais sentido do que o “amor livre”.


A geração dos anos 60 pensava que tudo deveria ser livre. No entanto, alguns anos mais tarde, os hippies vendiam garrafas de água nos festivais de rock a 5 dólares cada.
Mas para mim o preço do “amor livre” foi ainda maior. Sacrifiquei aqueles que deveriam ter sido os melhores anos da minha vida pela mentira sombria do amor livre. Todo o sexo que alguma vez tive – e tive mais do que a minha conta – longe de trazer o relacionamento duradouro que buscava, apenas tornou o casamento uma miragem.
Não estou sozinha nesta forma de pensar. Podem-me incluir entre as insatisfeitas filhas da revolução sexual, um grupo contra-cultural composto por mulheres que se aperceberam que o sexo casual é uma mentira e estão a preferir permanecer castas.
Tenho 37 anos e como milhões de outras moças, nasci num mundo onde as jovens mulheres eram encorajadas a explorar a sua sexualidade. Isto era-nos apresentado como um fato feminista.
Durante os anos 60, a futura editora da Cosmopolitan Helen Gurley Brown perguntou “Pode uma mulher ter sexo como um homem?” Sim, disse ela, uma vez que “tal como o homem, [a mulher] é uma criatura sexual”.
A sua perspectiva iniciou o lançamento de artigos em várias revistas femininas contendo coisas como “100 novos truques sexuais”. Então, a feminista amante-do-sexo Germaine Greer afirmou que “as grupies são importantes porque elas desmistificam o sexo; elas aceitam-no como algo físico e elas não são possessivas em relação às suas conquistas.” Como historiadora da música pop e filha da revolução sexual, aceitei o chamamento da Germaine Greer.
Enquanto eu era ainda ignorante da ordem formal da Greer para ter relações sexuais livremente, li o livro “I’m With the Band” – escrito pela super-grupie Pamela Des Barres (na foto com Keith Moon) – invejando a sua habilidade de absorver tudo o que era desejável nos roqueiros - a sua aparência, humor, criatividade e fama – sem perder parte alguma dela mesma nas suas inúmeras escapadelas com os mesmos.
Tentei imitá-la e acho que fui bem sucedida. De certa forma, o roqueiro em digressão era o meu parceiro sexual ideal . Com ele, eu poderia estabelecer intimidade passageira sem nunca ter que lidar com o [amor] genuíno (e a verdadeira rejeição que poderia ocorrer).
Mesmo sabendo no meu coração que a relação nunca iria funcionar, eu sentia à mesma que havia existido uma conexão mais profunda com o meu parceiro sexual.
Faz parte da natureza do ato sexual despertar emoções profundas em nós, emoções que não são bem vindas quando se tenta manter a relação leve e descomprometida. Nós poderíamos nos enroscar um ao outro, dar risadinhas ou adormecer nos braços um do outro, mas tanto eu como ele sabíamos que era tudo teatral.
Independentemente do que a Greer e a sua corja possa dizer, eu experimentei a sua filosofia – de que a mulher pode fornicar como o homem - e ela não funciona. Nós não estamos construídas dessa forma. As mulheres estão construídas para criar laços. Nós somos vasos que buscam preenchimento.
Por essa razão, por mais que nós tentemos nos convencer do contrário, o sexo vai deixar-nos com um vazio interior a menos que saibamos que somos amadas, que o ato [sexual] faz parte dum grande plano onde nós somos amadas por tudo o que somos e não apenas pelos nossos corpos.
Demorei muito tempo para me aperceber disto.
A nossa cultura – tanto nos média através de programas como “Sex in the City” e nas interacções diárias – avança de um modo asfixiante a ideia de que a luxuria é uma estação a caminho do amor. Não é. Isto deixou-me com uma frágil fachada incapaz de genuína intimidade.
A equivocada e hedonista filosofia força as mulheres a levar a cabo comportamentos que prejudicam ambos os sexos – mas são particularmente mais prejudiciais para as mulheres uma vez que as pressiona a subverter os seus desejos emocionais mais profundos.
As campeãs da revolução sexual são cínicas. Os seus corações de estanho sabem muito bem que sexo casual não faz a mulher feliz.
….
Numa noite do ano passado tive um jantar com um amigo – um jornalista inglês encantador que eu poderia namorar caso ele partilhasse a minha fé (não partilhava) e se ele estivesse interessado em casar (não estava). Ele fez-me várias perguntas sobre a castidade, chegando ao ponto de sugerir que, uma vez que há já tanto tempo que eu procurava alguém, eu poderia muito bem não encontrar o homem que tanto desejava.
“Isso não é bem assim” respondi eu.
As minhas hipóteses são melhores agora do que alguma vez foram uma vez que, antes de ser casta, eu procurava nos sítios errados. Só agora é que estou pronta para o casamento e tenho uma visão clara do tipo de homem que quero.Posso ter 37 anos, mas em termos de anos de busca de marido, eu tenho 22.


O artigo original revelou também como a Eden se converteu ao Cristianismo.

Hoje em dia vivo uma estilo de vida diferente. Ainda estou em contacto com os músicos mas é muito mais provável eu passar o meu tempo com coros de igreja.
Sou casta. A minha decisão de resistir ao sexo casual foi mais uma vez influenciada pela minha mãe – mas não da forma que ela inicialmente esperava.
Embora ela fosse judia, ela abandonou as suas crenças Nova Era em favor do Cristianismo quando eu era adolescente. Por essa altura eu não tinha planos para seguir esse caminho.
Da forma como eu via as coisas, os Cristãos pareciam-me uma massa sem cara, chata e que controlava o mundo.
Foi então que, num dia de Dezembro de 1995, enquanto eu fazia uma entrevista por telefone com o líder da banda de Los Angeles (os Sugarplastic) que lhe perguntei o que ele estava a ler. Ele respondeu “The Man Who Was Thursday” por G K Chesterton.
Adquiri uma cópia só por curiosidade e fiquei cativada. Passado pouco tempo eu comecei a lêr tudo o que Chesterton havia escrito, começando pelo livro “Orthodoxy” – a sua tentativa em explicar o porquê dele acreditar na fé Cristã.
Foi aí que me apercebi que havia algo de excitante no Cristianismo.
Continuei a ler Chesterton à medida que eu dissipava o meu antigo estilo de vida até que numa noite de Outubro de 1999 tive uma experiência hipnagógica – daquelas em que tu não sabes se estás acordada ou a dormir.
Ouvi a voz duma mulher a dizer “Algumas coisas não são supostas serem sabidas. Algumas coisas são supostas serem entendidas.”
Eu ajoelhei-me, orei e  entrei na Igreja Católica


Fonte: Blog do Carmadélio 

24 setembro 2011

Irena Sendler: A Heroína Católica



Veja este maravilhoso filme, baseado na biográfia de Irena Sendler, uma assistente social polaca que durante a Segunda Guerra Mundial ajudou a salvar cerca de 2500 crianças Judias, contrabandeando-as para fora do Gueto de Varsóvia. Depois ela acabou presa pelos Nazistas.
Vamos conhecer um pouco da história desta mulher que é considerada  “Mãe das crianças do Holocausto”.
Quando a Alemanha Nazi invadiu o país em 1939, Irena era enfermeira no Departamento de bem estar social de Varsóvia, que organizava os espaços de refeição comunitários da cidade. Ali trabalhou incansavelmente para aliviar o sofrimento de milhares de pessoas, tanto judias como católicas. Graças a ela, esses locais não só proporcionavam comida para órfãos, anciãos e pobres como lhes entregavam roupas, medicamentos e dinheiro.
Em 1942, os nazis criaram um gueto em Varsóvia, e Irena, horrorizada pelas condições em que ali se sobrevivia, uniu-se ao Conselho para a Ajuda aos Judeus, Zegota. Ela mesma contou:
“Consegui, para mim e minha companheira Irena Schultz, identificações do gabinete sanitário, entre cujas tarefas estava a luta contra as doenças contagiosas. Mais tarde tive êxito ao conseguir passes para outras colaboradoras. Como os alemães invasores tinham medo de que ocorresse uma epidemia de tifo, permitiam que os polacos controlassem o recinto.”

Quando Irena caminhava pelas ruas do gueto, levava uma braçadeira com a estrela de David, como sinal de solidariedade e para não chamar a atenção sobre si própria.
Pôs-se rapidamente em contacto com famílias, a quem propôs levar os seus filhos para fora do gueto, mas não lhes podia dar garantias de êxito. Eram momentos extremamente difíceis, quando devia convencer os pais a que lhe entregassem os seus filhos e eles lhe perguntavam:
“Podes prometer-me que o meu filho viverá?”. Disse Irena, “Que podia prometer, quando nem sequer sabia se conseguiriam sair do gueto?” A única certeza era a de que as crianças morreriam se permanecessem lá. Muitas mães e avós eram reticentes na entrega das crianças, algo absolutamente compreensível, mas que viria a se tornar fatal para elas. Algumas vezes, quando Irena ou as suas companheiras voltavam a visitar as famílias para tentar fazê-las mudar de opinião, verificavam que todos tinham sido levados para os campos da morte.
Ao longo de um ano e meio, até à evacuação do gueto no Verão de 1942, conseguiu resgatar mais de 2.500 crianças por várias vias: começou a recolhê-las em ambulâncias como vítimas de tifo, mas logo se valia de todo o tipo de subterfúgios que servissem para os esconder: sacos, cestos de lixo, caixas de ferramentas, carregamentos de mercadorias, sacas de batatas, caixões… nas suas mãos qualquer elemento transformava-se numa via de fuga.
Irena vivia os tempos da guerra pensando nos tempos de paz e por isso não fica satisfeita só por manter com vida as crianças. Queria que um dia pudessem recuperar os seus verdadeiros nomes, a sua identidade, as suas histórias pessoais e as suas famílias. Concebeu então um arquivo no qual registava os nomes e dados das crianças e as suas novas identidades.

Os nazis souberam dessas actividades e em 20 de Outubro de 1943; Irena Sendler foi presa pela Gestapo e levada para a infame prisão de Pawiak onde foi brutalmente torturada.
Num colchão de palha encontrou uma pequena estampa de Jesus Misericordioso com a inscrição:“Jesus, em Vós confio”, e conservou-a consigo até 1979, quando a ofereceu ao Papa João Paulo II. Na época, Irena estava muito doente e não pode ir a cerimônia, mas enviou uma das sobrevivente que ela mesma resgatou no gueto para representá-la diante do Papa. Mais tarde, ficou-se sabendo que o Papa lhe escreveu uma carta, mas que é desconhecido o seu conteúdo até hoje.

Irena era a única pessoa que sabia os nomes e moradas das famílias que albergavam crianças judias, suportou a tortura e negou-se a trair seus colaboradores ou as crianças ocultas. Quebraram-lhe os ossos dos pés e das pernas, mas não conseguiram quebrar a sua determinação. Foi condenada à morte. Enquanto esperava pela execução, um soldado alemão levou-a para um “interrogatório adicional”. Ao sair, gritou-lhe em polaco “Corra!”. No dia seguinte Irena encontrou o seu nome na lista de polacos executados. Os membros da Żegota tinham conseguido deter a execução de Irena subornando os alemães, e Irena continuou a trabalhar com uma identidade falsa.
atriz Anna Paquin no filme

Irena Sendler
Em 1944, durante o Levantamento de Varsóvia, colocou as suas listas em dois frascos de vidro e enterrou-os no jardim de uma vizinha para se assegurar de que chegariam às mãos indicadas se ela morresse. Ao acabar a guerra, Irena desenterrou-os e entregou as notas ao doutor Adolfo Berman, o primeiro presidente do comité de salvação dos judeus sobreviventes. Lamentavelmente, a maior parte das famílias das crianças tinha sido morta nos campos de extermínio nazis.
De início, as crianças que não tinham família adoptiva foram cuidadas em diferentes orfanatos e, pouco a pouco, foram enviadas para a Palestina.
As crianças só conheciam Irena pelo seu nome de código “Jolanta”. Mas anos depois, quando a sua fotografia saiu num jornal depois de ser premiada pelas suas acções humanitárias durante a guerra, um homem chamou-a por telefone e disse-lhe: “Lembro-me da sua cara. Foi você quem me tirou do gueto.” E assim começou a receber muitas chamadas e reconhecimentos públicos.
Em 1965, a organização Yad Vashem de Jerusalém outorgou-lhe o título de Justa entre as Nações e nomeou-a cidadã honorária de Israel.
Em Novembro de 2003 o presidente da República Aleksander Kwaśniewski, concedeu-lhe a mais alta distinção civil da Polónia.
As autoridades de Oświęcim (Auschwitz) expressaram o seu apoio a esta candidatura, já que consideraram que Irena Sendler era uma dos últimos heróis vivos da sua geração, e que tinha demonstrado uma força, uma convicção e um valor extraordinários frente a um mal de uma natureza extraordinária.
A vida de Ierena Sendler permeada de uma coragem adimirável, permaneceu silenciosa até que em setembro de 1999 pela curiosidade e criatividade de quatro jovens americanas que, instigadas pelo Prof. Norm Conard, começaram a pesquisar a sua história. Na região rural do Kansas, na escola secundária protestante de Uniontown, o Prof. Conrad propôs a seus alunos que para celebrar o Dia Nacional da História criassem um projeto original, que fosse além das fronteiras e das personagens conhecidas, dos fatos já explorados. Apenas como sugestão mostrou um recorte do jornal News and World Report, cujo título era“Outros Schindlers”, e que mencionava Irena Sendler. Entre os alunos, quatro estudantes prontificaram-se a realizar a pesquisa, mas nunca imaginaram que esta as levaria a encontrar a própria Irena, viva, com 90 anos, morando ainda na Polônia. Estabeleceram contato, enviaram e recebera m cartas, fotos, informações, documentos. Acabaram por escrever uma peça de teatro intitulada A Vida num Pote de Vidro, que apresentaram na própria escola em fevereiro de 2000. A comunidade toda envolveu-se no sucesso e logo chegaram convites de igrejas, sinagogas, centros culturais. A peça atravessou o país, alcançou o Canadá, a Europa e, finalmente, a própria Polônia. Já foi encenada mais de 300 vezes e hoje está disponível em DVD.
Irena Sendler nunca se considerou uma heroína. “Continuo com a consciência pesada por ter feito tão pouco”, e completa: “Este lamento me acompanhará até o dia de minha morte!”.
Já no fim de sua vida fez este apelo: “convoco todas as pessoas generosas ao amor, à tolerância e à paz, não somente em tempos de guerra, mas também em tempos de paz”, escreveu.

Irena viveu anos numa cadeira de rodas pelas lesões e torturas impostas pela “Gestapo”, e veio a falecer com 98 anos, do dia 12 de Maio, de 2008.
Funeral de Irena Sendler
Filme citado a cima foi produzido para a televisão, e que foi indicado a vários Prémios Emmy.
Este filme já tem disponível em locadora pois foi lançado em 2009, mas se você tiver dificuldade de achar, você poderá assistir através deste link: filme
Quero terminar com estas duas frases que permeou cada decisão de Irena Sendler e que deu todo um sentido a sua vida.
“A razão pela qual resgatei as crianças tem origem no meu lar, na minha infância. Fui educada na crença de que uma pessoa necessitada deve ser ajudada com o coração, sem importar a sua religião ou nacionalidade”
“Fui educada na ideia de que é preciso salvar qualquer pessoa que se afoga (mesmo que não saiba nadar), sem ter em conta a sua religião ou notoriedade”
Irena Sendler
Fonte: Blog Fotos que Falam

Estrela de música country se une à luta contra eutanásia e revela que salvou a sua esposa em coma




O bem-sucedido cantor de música country, Collin Raie, revelou ao grupo ACI que aceitou ser o novo rosto de uma organização que luta contra a eutanásia nos Estados Unidos porque ele mesmo superou a dura prova de decidir sobre a vida de sua esposa, que esteve em coma por oito semanas.
Raie, de 51 anos, foi nomeado cinco vezes ao Grammy como melhor cantor do ano, vendeu oito milhões de discos, e sua música liderou dezenas de vezes as listas de êxitos musicais de seu país.
Raie se converteu ao catolicismo com 20 anos de idade e dedica muitas canções à defesa da vida. Com este repertório é o novo estandarte da fundação “Vida e Esperança” (Life and Hope), hoje presente em nove países do mundo e criada por iniciativa dos familiares de Terri Schiavo, a mulher americana em estado de inconsciência persistente que morreu de inanição logo que seu ex-marido ganhasse uma batalha legal sobre a vontade de seus pais.
Terri morreu à idade de 41 anos no ano 2005, 15 dias depois que os médicos lhe retiraram as vias de alimentação que lhe proviam nutrição e hidratação.
Em declarações à ACI Imprensa, o cantor explicou que viveu de perto uma história similar. “Também minha esposa esteve em coma e está viva porque não escutei os conselhos dos médicos que me falavam de eutanásia”, assinalou.
No ano 1985, sua esposa Connie deu à luz três meses antes do previsto, e durante o parte sofreu ao mesmo tempo um enfarte e um ictus. “Esteve em coma por 8 semanas, os médicos me aconselharam que começasse a procurar um instituto que pudesse ocupar-se dela e me fizeram considerar a idéia de ‘desconectá-la’”.
Ele fez pouco caso às sugestões e hoje sua esposa “está vivinha”, e já é avó, afirmou.
“É surpreendente, mas se eu tivesse querido, como esposo, teria podido pôr fim à sua existência. E se a mãe de Connie tivesse querido me obstaculizar, a lei teria estado da minha parte e não da dela”.
“O divórcio está muito difundido: é justo que alguém que amanhã poderia ser seu ex-marido possa decidir sobre sua vida e sua mãe por outro lado não possa dizer nem fazer nada?”, questionou o artista.
Collin Raie nasceu em Arkansas, criou-se no Texas no seio de uma família de artistas. Sua mãe, Lois Wray, tocava antes dos shows de numerosos artistas famosos como Elvis Presley, Johnny Cash ou Jerry Lee Lewis.
Entretanto, ele descobriu o catolicismo em sua juventude, durante um de seus concertos, ao observar os pequenos crucifixos que levava um casal de fãs católicos com quem fez amizade. O casal convidou Collin a ir com eles à Missa e contou que lá todas as suas perguntas “encontraram respostas”.
“Descobrir a fé católica, para mim, foi como encontrar com um tesouro”, afirmou.

Fonte: Blog do Carmadélio

22 julho 2011

Roqueiro convertido, ex Metalicca responde se o Rock “é do Diabo”


Quando um roqueiro se converte realmente é estranho, afinal a imagem de um evangélico e de um fã de heavy metal são bem diferentes, mas não é o caso de Dave Mustaine líder da banda de trash metal Megadeath.
Mustaine sempre teve uma vida ligada a bebidas e drogas, foi tão dedicado a isso que foi expulso da banda que fundou, o Metallica, porque não aguentaram mais o músico quando não estava sóbrio, e ele simplesmente não ficava sóbrio.
Hoje a vida de Dave mudou, convertido evangélico mudou as letras de suas músicas e muitas de suas atitudes, por isso participou do documentário “Primetime Nighline: Beyond Belief, Batle With The Devil”, uma série de reportagens sobre exorcismo e demônios que está sendo exibida na rede ABC. Na entrevista ele diz acreditar na existência do demônio: “A maior mentira que ele já contou foi que não existe. E você vê as pessoas achando que ele é vermelho, com cara de bode e rabudo, mas não. Ele é belo, como um anjo. Por que iria querer parecer um monstro? Ele pode ser igual a você. Poderia estar aqui, nesse momento. E nem saberíamos. É assustador”, afirma.
Dave foi ponderado quando perguntado se o heavy metal é coisa do diabo, segundo ele “em alguns casos é. Mas não em todos. Há bandas que acreditam em Deus e o glorificam. Oram todas as noites antes de entrar no palco”, mas vê relação entre a magia negra e a bebida: “Nem sempre que bebi estava envolvido com isso. Mas sempre que estive envolvido, estava bebendo. Então, definitivamente, há uma relação”, acredita.
O vocalista também falou sobre sua vida antes de se converter, segundo ele a “mãe era Testemunha de Jeová e me criou nessa fé. Acabei me envolvendo com bruxaria por odiar ficar batendo nas portas das casas dos outros”, disse. Ele revela também que ainda quando criança fez magia negra contra duas pessoas, uma era um garoto que praticava bullying contra ele e “sofreu um acidente de carro e algo aconteceu com parte de seu corpo”, a outra pessoa era uma garota cobiçada pelos seus colegas, “todos a desejavam, mas era fora da minha realidade. Fiz [a magia] e, no outro dia ela, estava em meu apartamento”, e com veemência completa: “Por isso acredito no lado negro. Muitos pensam que não é real, mas funciona”, afirma.
Em seu testemunho Dave Mustaine afirma ter feito “pactos de sangue. Isso foi antes de descobrirmos sobre a AIDS. Cortávamos dedos e juntávamos, nos tornando irmãos de sangue”, mas ressalta: “Não quero mais estabelecer uma comunhão espiritual e misturar minha vida com alguém que não conheço direito. A Bíblia diz que sangue é vida” e finaliza, “acho que sou mais perigoso agora que me tornei um cristão, pois estou armado com a verdade”, diz Dave Mustaine.


Fonte: Blog do Carmadélio

19 julho 2011

Ator ateu agradece a Jesus pela cura do câncer

O ator da TV Globo, Herson Capri, afirmou que Jesus foi o grande responsável pela sua salvação e pela cura de um câncer. Em entrevista à revista Quem, o ator que é ateu revelou que a 13 anos atrás foi salvo de um câncer no pulmão esquerdo, que segundo ele mata em 90% dos casos e que só é curável quando diagnosticado previamente antes de qualquer sintoma. “Essa foi minha sorte” disse ele.
Herson Capri descobriu o câncer previamente, quando teve de encenar Jesus Cristo em um espetáculo da Paixão de Cristo, em Nova Jerusalém. Ele diz que na ocasião estava fora de forma e que para melhor se identificar com o papel de Jesus Cristo, tinha resolvido fazer uma lipoaspiração.
“Quando fui fazer os exames preparatórios, detectaram um nódulo no pulmão esquerdo e depois fui operado. Tive muita sorte”
Na ocasião Herson Capri, disse que acreditava ter uma relação no fato de descobrir a doença quando ia fazer Jesus Cristo.
“Esta relação com Jesus Cristo é uma coisa que, sem nenhuma pieguice, mexeu comigo. Já me disseram que é uma babaquice dizer que foi Jesus quem me salvou. Respondi que babaquice era da pessoa. Fui salvo por Jesus, literalmente. Fui fazer Jesus Cristo, quis ficar magro igual a ele e isso acabou salvando minha vida. Como não fazer essa associação imediata?”
O ator da Globo afirmou que desde a infância ele vive uma vida religiosa contraditória. Seu pai era ateu e mesmo assim ele ia para um colégio com estudos religiosos obrigatórios.
O ator reconheceu que depois disso ora, fala de fé e agradece a Jesus sua cura.
Herson Capri não é o único ator da rede globo ateu que pareceu ter sido salvo “milagrosamente”. Chico Anysio, declarado ateu no ano passado depois da morte do filho de Cissa Guimarães, também se salvou.
Chico Anysio ficou 110 dias internado no Hospital, depois que deu entrada com problemas respiratórios, segundo assessoria de imprensa do hospital. Durante esse período, sua mulher Malga Di Paula, pediu por uma corrente de oração através de seu twitter. Milagre ou não, ele se recuperou e Malga Di Paula agradeceu pelas orações.
Fonte: Christian Post

18 junho 2011

Testemunho Cenáculo em Família

“Quero lhes contar que depois de Sábado alcancei uma graça...
Na terça-feira uma amiga que já trabalhou comigo me ligou e fiz uma entrevista com o chefe dela na terça de manhã, e na terça mesmo começou o treinamento. Estou muito feliz! Afinal já se fazem exatos 5 meses de desemprego”.
Fotos do cenáculo clique aqui.


Viviane - Família André
Bairro Flávio de Oliveira - BH