15 julho 2011

Médicos recomendam aborto, pais resistem e filho é curado ainda na barriga da mãe de Down



Traduzido pelo Google, original em espanhol.

“Nós somos casados ​​a apenas três meses e minha esposa já estava grávida. Se fosse a Sua vontade Ele nos daria um filho. E ele fez.
E tal era a convicção de que era realmente um dom de Deus, em segredo, tão dedicado a ele todo o coração. “Este nosso filho é teu, Senhor.” A alegria com esta notícia e espalhar a toda a família e amigos como uma explosão.
O bebê tem Síndrome de Down ” Então veio o momento da primeira varredura .
Era 19 de outubro. Fomos exultantes. Finalmente, gostaríamos de ver nosso filho! preparar a minha esposa, iniciar o scanner e lá estava, flutuando no útero com os braços, cabeça, pernas pouco … “Bem,” diz o Dr. -translucência nucal é positiva e alta! Você já considerou-se uma amniocentese “” Não, minha esposa responde, se não for necessário não querem fazê-lo para os riscos para o feto. “” Bem, eu recomendo que você faça isso: esta criança tem síndrome de Down ou outra anomalia cromossômica e quanto mais cedo você souber antes de decidir … que você ainda está em tempo . “

“Nós não entendemos nada. Nosso filho tem síndrome de Down? Nós estávamos falando sobre o aborto ?

Você pode imaginar como nos sentimos. Foi muito rápido. A poucos minutos estavam cheios de alegria e agora estamos falando de problemas … e … Fomos imediatamente a um médico que explica o que era a amniocentese . Quase garantiu-nos que a criança veio com síndrome de Down e, em seguida, os resultados poderiam “interromper” a gravidez voluntariamente . Mais uma vez a morte.

“Nós gastamos um terceiro médico que realizou um” screening “(químicos teste que determina o nível de AFP no sangue). Este teste foi positivo. Ela também falou de aborto…

Segure o Evangelho e a fé

“Neste ponto o dia a nossa dor e dormência foram enormes. Quando cheguei em casa eu levei os Evangelhos. Pedi a Deus uma palavra que eu explicar por que isso estava acontecendo e disse: “O Senhor precisa dele” (Lc 19, 34). Fui até onde minha esposa. Eu disse a ele e disse: “Eu não entendo. Eu não entendo por que Deus precisa disso para o nosso filho, mas temos que dizer que sim, como Maria, mas não entendo. ” Eu comecei a chorar como uma criança, em busca de conforto da mãe. (Sabe, meus amados irmãos, que esta aceitação da vontade de Deus não foi heróico. Com o tempo eu vim à conclusão de que a confiança nele, mesmo sem entender o que acontece vem de Deus. Ele nunca nos abandonará.)
“Bem, nós queríamos ver uma outra opinião e fui a um ginecologista particular, mas não fizeram nada além de confirmar os pontos de vista acima, sabendo que em quatro dias depois da translucência nucal foi aumentada de 4 mm a 5 ‘7 ‘ 4 mm.

Mas a preocupação era agora maior porque ele viu duas manchas no cérebro “pode ​​ser excluído ou se tornar um hidrocefalia.” Ele explicou os problemas que podem afetar crianças com síndrome de Down: “Podem morrer no nascimento, têm várias doenças cardiovasculares, tendo a operar em outras complicações, podem ser crianças extremamente carinhas e adoráveis … Mas eles sofrem muito e os pais sofrem … Você pode sempre tomar uma decisão … Você é jovem …Você pode até mesmo ter mais filhos … Este é apenas um acidente …
“Meu filho, um acidente? O que, mais uma vez nos dizem para matar nosso filho?E, novamente, quando chegar em casa, Deus nos deu uma palavra: “Antes que fosses formado no ventre eu te conheci, e antes de você nascer Eu te consagrei.”(Jer 1, 5) Bendito seja Deus! Foi a confirmação de que a criança vindo para cá era palpável no amor de Deus. ” Nossas orações eram sinceras , vívido, mais intenso e profundo. Sim, nós aceitamos a vontade de Deus com todas as suas conseqüências, mesmo sem entender nada, mas estávamos convencidos de que Jesus cura, Jesus serve cada um dos nossos pedidos e nós imploramos para curar o nosso filho.

Eles foram a um padre para ajudá-los

“Na terça-feira 24 de outubro foi para a Igreja de Maria Reparatrice para ver Jaime Burke OP, que Deus abençoe a cada segundo de sua vida. . Depois da Eucaristia fui falar com ele, Dissemos o que aconteceu e pedimos humildemente que orasse pelo o bebê “. Ok, nós dissemos – coloque as mãos no ventre de sua esposa. ” Nós nos abraçamos e disse, entre outras belas palavras: “. Na próxima revisão, os médicos vão maravilhar com as tuas maravilhas, ó Senhor” Depois da oração sentimos uma grande paz.
“Mas irmãos, eu sou como San Pedro, capaz de saltar do barco e andar sobre a água, convencido de que Deus me dá o poder para fazê-lo, e começar a afundar por causa do meu medo, minha falta de fé. Ele acreditava na perfeita vontade de Deus, mas às vezes duvidava de que esta será a cura para o meu filho. E a quinta-feira seguinte eu estava andando pela rua com aquela angústia quando ouvi uma voz dentro de mim disse-me muito clara: “Confie em mim”
“Meus queridos irmãos, foi a mensagem da Divina Misericórdia, Irmã Faustina me encorajou a deixá-lo fazer as coisas. E eu comecei a cantar: “E deixar Deus ser Deus, deixar Deus ser Deus. Você acabou de adorá-Lo. “

A história dá um 360 º

“O dia do próximo teste (30 de outubro). Ficamos muito nervosos, mas nós fizemos como se nada tivesse acontecido. Chegando na consulta me disseram que eu não podia entrar. Eu esperei no corredor. Eu sabia que naquele tempo vários irmãos e parentes estariam orando por nós (Ah, o maravilhoso poder da oração!).Também comecei a orar, pensar como nunca antes feito com o coração, mente, com todos os meus sentidos ,…” Tua vontade será feita Pai, mas dizer a palavra, um pensamento, um olhar e cura meu filho!” Eu estava esperando que a reconfortante vontade de Deus seria cumprida.

Depois de um tempo ele abriu a porta para a consulta. Minha esposa saiu rindo.Eu pensei: “Coitadinho. “Isto está afetando você também.” Se aproximou de mim e me disse: ” Relaxe, não acontece nada . ” “Eu sei que eu disse – é preciso ter calma. Eu já sou. ” “Não. Que nada acontece.
Os médicos não explicam , mas desapareceu da translucência nucal e o cérebro está bem. segundo, Os médicos não entenderam o que estava acontecendo. ” Eu comecei a chorar. Chorei por tensão. Ela chorou por que estava ouvindo.Mas acima de tudo chorei por me sentir tão pequeno e insignificante para a grandeza de Deus, ao seu amor desperdiçado jorrando sobre nós, sobre nosso filho, que o filho, dias antes, alguns médicos que queríamos abortar.
“Sim, meus queridos irmãos, o Senhor precisava dele para fazer as suas maravilhas , de modo que os médicos ficaram surpresos,A Ele, damos graças, louvor, abençoe e cantamos o tempo todo e local: “Glória a você para sempre, para sempre, para sempre. Amém".

Filósofo responde porque deixou de ser ateu

O Filósofo ataca o esnobismo hipócrita dos “jantares inteligentes” e explica por que considera o cristianismo moralmente superior à pregação materialista.

Luiz Felipe Pondé (foto),52, é um raro exemplo de filósofo brasileiro que consegue conversar com o mundo para além dos muros da academia. Seja na sua coluna semanal na Folha de S.Paulo, seja em livros como o recém-lançado O Catolicismo Hoje (Benvirá), ele sabe se comunicar como o grande público sem baratear suas ideias.

Mais rara ainda é sua disposição para criticar certezas e lugares-comuns bem estabelecidos entre seus pares.Pondé é um crítico da dominância burra que a esquerda assumiu sobre a cultura brasileira.

Professor da Faap e da PUC, em São Paulo, Pondé, em seus ensaios, conseguiu definir ironicamente o espírito dos tempos descrevendo um cenário comum na classe média intelectualizada: o jantar inteligente, no qual os comensais, entre uma e outra taça de vinho chileno, se cumprimentam mutuamente por sua “consciência social”.

Diz Pondé: “Sou filósofo casado com psicanalista. Somos convidados para muitos jantares assim. Há até jantares inteligentes para falar mal de jantares inteligentes.

Estudioso de teologia, Pondé considera o ateísmo filosoficamente raso, mas não é seguidor de nenhuma religião em particular.
Eis um pensador capaz de surpreender quem valoriza o rigor na troca de ideias.
Em seus ensaios, o senhor delineou um cenário exemplar do mundo atual: o jantar inteligente. O que vem a ser isso?

É uma reunião na qual há uma adesão geral a pacotes de ideias e comportamentos. Pode ser visto como a versão contemporânea das festas luteranas nas Dinamarca do Século 19, que o filósofo Soren Kierkegaard criticava por sua hipocrisia. Esse vício migor de um cenário no qual o cristianismo era base da hipocrisia para uma falsa espiritualidade de esquerda. Como a esquerda não tem a tensão do pecado, ela é pior do que o cristianismo.

Como assim?
A esquerda é menos completa como ferramenta cultural para produzir uma visão de si mesma. A espiritualidade de esquerda é rasa. Aloca toda a responsabilidade do mal fora de você: o mal está na classe social, no capital, no estado, na elite. Isso infantiliza o ser humano. Ninguém sai de um jantar inteligente para se olhar no espelho e ver um demônio. Não: todos se veem como heróis que estão salvando o mundo por andar de bicicleta.

Quais são os temas mais comuns da conversa em um jantar desses?
Filhos são um tema recorrente. Todos falam de como seus filhos são diferentes dos outros porque frequentam uma escola que cobra R$ 2.000 por mês, mas é de esquerda e estuda a sério o inviável modelo econômico cubano.
Ou dizem que a filha já tem consciência ambiental e trabalha e uma ong que ajuda as crianças da África. Também se fala sempre de algum filme chatíssimo de que todos fingem ter gostado para mostrar como têm repertório. Mais timidamente, há certa preocupação com a saúde e o corpo.
Reciclar lixo, e mais recentemente, andar de bicicleta também são temas valorizados. Sempre se fala mal dos Estados Unidos, mas Barack Obama é um deus. Fala-se mal de Israel, sem conhecer patativa da história do conflito israelo-palestino. Mas, claro, é obrigatório enfatizar que você é antissionista, mas não antissemita, pois em jantar inteligente muito provavelmente haverá um judeu – apesar de serem muitas vezes judeus em crise consigo mesmos, o que é bem típico dos judeus.

Que assuntos são tabus?
Imagine dizer em uma reunião na Dinamarca luterana de Kierkegaard que algumas mulheres são infelizes porque não chegam ao orgasmo. Seria um escândalo.
Simetricamente, hoje é um escândalo dizer que as mulheres emancipadas e donas de seu nariz estão mesmo é loucas de solidão. No jantar inteligente, você tem sempre de dizer que a emancipação feminina criou problemas para as mulheres, que os homens aprenderam a ser sensíveis e que uma mulher nunca vai dar um pé no homem que se mostre sensível demais.
Os jantares inteligentes misturam cardápios interessantes — pratos peruanos ou, sei lá, vietnamitas – como papo-cabeça, mas servem à mesma função que os jantares dos pais dessas pessoas cumpriam: passar o tempo. Os problemas amorosos, sexuais e profissionais são os mesmos, mas todos se acham bem resolvidos. Costumo provocar dizendo que há 100 anos se fazia sexo melhor. Tinha mais culpa e pecado, Hoje, todos mundo diz que tem um desempenho maravilhoso, e que vive uma relação de troca plena com o seu parceiro ou parceira.

Eu considero a revolução sexual um dos maiores engodos da história recente. Criou uma dimensão de indústria, no sentido da quantidade, das relações sexuais – mas na maioria elas são muito ruins, porque as pessoas são complicadas.

Quando começaram os jantares inteligentes?
A matriz histórica são os filósofos da França pré-revolucionária. Os saraus, os jantares em casa de condessas e marquesas eram então uma atividade da burguesia, ou de uma aristocracia falida, aburguesada. Eram uma das formas que a burguesia usava para constituir sua identidade, para mostrar que tinha cultura e opiniões. Mas era um grupo de vanguarda, que discutia a fratura e crises do pensamento. Nos jantares de hoje, a inteligência tem a mesma função do vinho chileno.

Não há lugar para um pensamento alternativo nem na hora da sobremesa?
Não. A gente anos de ditadura no Brasil. Mas, quando ela acabou, a esquerda estava em sua plenitude.Tomou conta das universidades, dos institutos culturais, das redações de jornal. Você pode ver nas universidades, por exemplo, cartazes de um ciclo de palestras sobre o pensamento de Trotsky e sua atualidade, mas não se veem cartazes anunciando conferência sobre a crítica à Revolução Francesa de Edmund Burke, filósofo irlandês fundamental para entender as origens do conservadorismo.
Não há um pensamento alternativo à tradição de Rousseau, de Hegel e de Marx. Tenho um amigo que é dono de uma grande indústria e cuja filha estuda em um colégio de São Paulo que nem é desses chiques de esquerda. É uma escola bastante tradicional. Um dia, uma professora falava da Revolução Cubana, como se esse fosse um grande tema. Ela citou Che Guevara, e a menina perguntou: “Ele não matou muita gente?” A professora se vira para a menina e responde: “O seu pai também mata muita gente de fome”. O que autorizou uma professora usar esse tipo de argumento é o status quo que se instalou também nas escolas, e não só na universidade. O infantilismo político dá vazão e legitima esse tipo de julgamento moral sumário.

Como essa tendência se manifesta na universidade?
O mundo das ciências humanas, em que há pouco dinheiro e se faz pouca coisa, é dominado pela esquerda aguada. Há muitos corporativismo e a tendência geral de excluir, por manobras institucionais, aqueles que não se identificam com a esquerda.
Existe ainda a nova esquerda, para a qual não é mais o proletariado que carrega o sentido da história, como queria Marx. Os novos esquerdistas acreditam que esse papel hoje cabe às mulheres oprimidas, aos índios, aos aborígenes, aos imigrantes ilegais. Esses segmentos formariam a nova classe sobre a qual estaria depositada a graça redentora. Eu detesto política como redenção.

Por que a política não pode ser redentora?
O cristianismo, que é uma religião hegemônica no Ocidente, fala do pecador, de sua busca e de seu conflito interior. É uma espiritualidade riquíssima, pouco conhecida por causa do estrago feito pelo secularismo extremado. Ao lado de sua vocação repressora institucional, o cristianismo reconhece que o homem é fraco, é frágil. As redenções políticas não têm isso. Esse é um aspecto do pensamento de esquerda que eu acho brega.
Essa visão do homem sem responsabilidade moral. O mal está sempre na classe social, na relação econômica, na opressão do poder. Na visão medieval, é a graça de Deus que redime o mundo. É um conceito complexo e fugidio. Não se sabe se alguém é capaz de ganhar a graça por seus próprios méritos, ou se é Deus na sua perfeição que concede a graça. Em qualquer hipótese, a graça não depende de um movimento positivo de um grupo. Na redenção política, é sempre o coletivo, o grupo, que assume o papel de redentor. O grupo, como a história do século 20 nos mostrou, é sempre opressivo.

Em que o cristianismo é superior ao pensamento de esquerda?
Pegue a ideia de santidade. Ninguém, em nenhuma teologia da tradição cristã – nem da judaica ou islâmica –, pode dizer-se santo. Nunca. Isso na verdade vem desde Aristóteles: ninguém pode enunciar a própria virtude. A virtude de um homem é anunciada pelos outros homens. Na tradição católica – o protestantismo não tem santos –, o santo é sempre alguém que, o tempo todo, reconhece o mal em si mesmo. O clero da esquerda, ao contrário, é movido por um sentimento de pureza. Considera sempre o outro como o porco capitalista, o burguês. Ele próprio não. Ele está salvo, porque reclica lixo, porque vota no PT, ou em algum partido que se acha mais puro ainda, como o PSOL, até porque o PT já está meio melado. Não há contradição interior na moral esquerdista. As pessoas se autointitulam santas e ficam indignadas com o mal do outro.

Quando o cristianismo cruza o pensamento de esquerda, como no caso da Teologia da Libertação, a humildade se perde?
Sim. Eu vejo isso empiricamente em colegas da Teologia da Libertação. Eles se acham puros. Tecnicamente, a Teologia da Libertação é, por um lado, uma fiel herdeira da tradição cristã. Ela vem da crítica social que está nos profetas de Israel, no Antigo Testamento. Esses profetas falam mal do rei, mas em idealizar o povo. O cristianismo é descendente principalmente desse viés do judaísmo.
Também o cristianismo nasceu questionando a estrutura social. Até aqui, isso não me parece um erro teológico. Só que a Teologia da Libertação toma como ferramenta o marxismo, e isso sim é um erro. Um cristão que recorre a Marx, ou a Nietzsche – a quem admiro –, é como uma criança que entra na jaula do leão e faz bilu-bilu na cara dele. É natural que a Teologia da Libertação, no Brasil, tenha evoluído para Leonardo Boff, que já não tem nada de cristão. Boff evoluiu para um certo paganismo Nova Era – e já nem é marxista tampouco. A Teologia da Libertação é ruim de marketing. É como já se disse: enquanto a Teologia da Libertação fez a opção pelo pobre, o pobre fez a opção pelo pentecostalismo.

O senhor acredita em Deus?
Sim. Mas já fui ateu por muito tempo. Quando digo que acredito em Deus, é porque acho essa uma das hipóteses mais elegantes em relação, por exemplo, à origem do universo. Não é que eu rejeite o acaso ou a violência implícitos no darwinismo – pelo contrário. Mas considero que o conceito de Deus na tradição ocidental é, em termos filosóficos, muito sofisticado. Lembro-me sempre de algo que o escritor inglês Chesterton dizia: não há problema em não acreditar em Deus; o problema é que quem deixa de acreditar em Deus começa a acreditar em qualquer outra bobagem, seja na história, na ciência ou sem si mesmo, que é a coisa mais brega de todas. Só alguém muito alienado pode acreditar em si mesmo. Minha posição teológica não é óbvia e confunde muito as pessoas. Opero no debate público assumindo os riscos do niilista. Quase nunca lanço a hipótese de Deus no debate moral, filosófico ou político. Do ponto de vista político, a importância que vejo na religião é outra. Para mim, ela é uma fonte de hábitos morais, e historicamente oferece resistência à tendência do Estado moderno de querer fazer a cura das almas, como se dizia na Idade Média – querer se meter na vida moral das pessoas.

Por que o senhor deixou de ser ateu?
Comecei a achar o ateísmo aborrecido, do ponto de vista filosófico. A hipótese de Deus bíblico, na qual estamos ligados a um enredo e um drama morais muito maiores do que o átomo, me atraiu. Sou basicamente pessimista, cético, descrente, quase na fronteira da melancolia. Mas tenho sorte sem merecê-la. Percebo uma certa beleza, uma certa misericórdia no mundo, que não consigo deduzir a partir dos seres humanos, tampouco de mim mesmo. Tenho a clara sensação de que às vezes acontecem milagres. Só encontro isso na tradição teológica.

Fonte: Revista Veja

Chega mais lixo americano, agora em nosso idioma


Uma nova obra insana para acabar com a família está chegando ao Brasil. Trata-se do site “The Ohhtel” que busca proporcionar “encontros extraconjugais com discrição para os seus usuários”. Segundo informe do próprio site “uma rede social totalmente anônima e segura”.
O site afirma já contar com mais de 1,3 milhão de pessoas registradas em todo o mundo. Lais Ranna, vice presidente da empresa, explica que o site foi criado tanto para homens como para mulheres.
“Criamos para pessoas que vivem a rotina do casamento sem intimidade física, mas que não querem o divórcio”, de acordo com a entrevista dada “Agência Efe”.
Uma característica vital da rede social “The Ohhtel” é que as mulheres têm acesso gratuito, entretanto os homens precisam escolher  entre o registro sem taxas ou o perfil mais completo com livre acesso, porém o modelo exige o pagamento de tarifas.

Fonte: SRZD

13 julho 2011

O Evangelho segundo o twitter

Genteee, olha que vídeo legal...... a criatividade é tudo!
Tá na mão vamos espalhar o Evangelho por toda a rede!!!


27 junho 2011

Igreja é lugar sagrado certo! não para a Holanda

As Igrejas na Holanda estão sendo usadas como moradia, bares, centro de diversão, biblioteca, casas noturnas, escolas de mergulho, etc. É o profano entrando dentro das Igrejas......dá para acreditar! Vejam as fotos abaixo, é uma catedral construída em 1914, esta Igreja Protestante fica no centro da cidade, não muito longe da principal estação de trem. No entanto, é somente na entrada que se percebe que apesar da torre, das grandes portas de madeira e da localização central, o prédio não funciona mais como uma Igreja. No lugar do quadro de avisos e da água benta, um painel com interfone e as caixas de correio dos 18 apartamentos que agora ocupam o edifício.























Essa grande transformação se deve ao fato de que só 7% da população Holandesa vai á missa aos domingos. E onde estamos que não ajudamos na evangelização dessas pessoas minha gente... a atitude de transformarem as Igrejas em centros comerciais e de lazer foi simplesmente porque tem muita Igreja pra poucos fiéis, as Igrejas ficavam fechadas.... imagina!
Meu coração fica tão triste quando vejo essas fotos...aiai 
Eu escolho investir na evangelização!!!! E você?

"Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura". Mc 16-15

Fonte: Blog do Carmadélio

18 junho 2011

Testemunho Cenáculo em Família

“Quero lhes contar que depois de Sábado alcancei uma graça...
Na terça-feira uma amiga que já trabalhou comigo me ligou e fiz uma entrevista com o chefe dela na terça de manhã, e na terça mesmo começou o treinamento. Estou muito feliz! Afinal já se fazem exatos 5 meses de desemprego”.
Fotos do cenáculo clique aqui.


Viviane - Família André
Bairro Flávio de Oliveira - BH

09 junho 2011

Cantor norte-americano afirma ter cantado com um anjo

O cantor Jason Upton, líder do ministério norte-americano Key of David, contou na coletiva de imprensa da Conferência Livres 2011, que aconteceu em São Paulo, que durante sua apresentação que resultou na gravação de um CD, ele teve a oportunidade de cantar com um anjo. O show de gravação aconteceu para 700 órfãos, o evento durou quatro horas e apenas uma canção foi cantada. 
“Nós dividimos em faixas para o CD, mas, na verdade, o álbum todo é composto por apenas uma faixa.”
No final dessa apresentação uma das crianças se dirigiu ao músico e disse que tinha visto um grande anjo cantando atrás dele. “Eu só concordei, olhei pro pessoal da banda e ri. Achei bonitinho, mas disse que deveria ser coisa de criança, que na igreja dela deveriam falar muito sobre anjos,” lembra.
Upton só passou a acreditar na visão daquela criança quando ele ouviu a gravação e percebeu que juntamente à sua voz podia se ouvir um som diferente. Questionando o engenheiro de som que trabalhou naquele CD ele tentou achar a resposta daquela segunda voz.
“Ele me disse que era uma interferência nos microfones e que me provaria separando o áudio de cada microfone e me mostrando que o tal som aparecia em todos eles.”
De acordo com o músico, o engenheiro de som dividiu os microfones e não encontrou nada até isolar o microfone principal e lá estava o som.
“O engenheiro de som me disse que era como se houvesse alguém cantando a uns cinco metros atrás de mim. Ele ficou sem palavras, apenas saiu, afirmando que precisava tomar um ar.”
Veja, ouça e tire suas conclusões. A suposta ação do anjo acontece no vídeo depois dos 5 minutos.

Fonte: Blog do Carmadélio

07 junho 2011

A vivência da fé e as “incompatibilidades” com o “mundo”. É possível conciliar?

Uma das principais jogadoras da seleção de Israel, Naama Shafir pode ficar fora do Europeu de basquete por não chegar a um acordo com a FIBA sobre seu uniforme na competição. Judia ortodoxa, a pivô, que atua no basquete universitário dos EUA, pediu para usar uma camisa por baixo da roupa de sua seleção, como faz no seu time. O pedido, no entanto, não foi atendido.
De acordo com o regulamento, todas as jogadoras devem usar o mesmo uniforme. Naama, no entanto, quer seguir as orientações de sua religião, que diz que as mulheres devem cobrir os ombros em público.
Os organizadores do campeonato, que será realizado na Polônia, neste mês, disseram que a jogadora não poderá usar a camisa durante o campeonato. Nesta quinta, Naama afirmou que, então, não vai participar da competição. A federação israelense chegou a apelar da decisão, mas não foi atendida.
Fonte: G1

31 maio 2011

Pioneira do aborto nos EUA converte-se!


Jane Roe, nome fictício de Norma McCorvey, foi a primeira norte-americana a ganhar o “direito” de abortar. Depois da sentença, passou 30 anos militando à frente de campanhas pró-aborto. Todavia, Norma está hoje profundamente arrependida e trabalha para que o aborto volte a ser considerado crime nos EUA: “Foi lamentável o dia em que o Supremo Tribunal americano permitiu que as mulheres assassinassem os seus filhos”.


Em 22 de janeiro de 1973, o Supremo Tribunal dos Estados Unidos concedeu o direito de abortar a Jane Roe, nome fictício usado para proteger Norma McCorvey, uma jovem de 20 anos nascida em Dallas. Norma era solteira, pobre, maltratada e viciada em drogas. O Texas então era um dos estados que puniam a mulher que abortasse com até cinco anos de prisão. Embora a jovem não tivesse podido abortar na ocasião, devido à demora no veredicto, o caso “Roe vs. Wade” acabou estendendo ao país inteiro o direito ao aborto.

Trinta anos depois, Norma McCorvey, agora com 55 anos, engajou-se no movimento pró-vida e renega todo o seu passado; converteu-se ao catolicismo e fundou um grupo pró-vida chamado “Roe no more” (“Roe nunca mais”). (Em 2003, este grupo passou a chamar-se “Crossing-over”, “Travessia”, N. do T.). “Tudo mudou quando me converti ao cristianismo”, explica Norma numa entrevista concedida pelo telefone. Devagar e com a voz cansada, ela fala na sua associação em Dallas.
– Por que motivo abandonou a causa que vinha defendendo durante vinte anos?
– Simplesmente compreendi que não podemos pegar e tirar a vida de uma criança, e isso não apenas para nós, que cremos em Deus. Na primeira vez em que fui à igreja, num sábado à noite, estava acompanhada de duas garotas pequenas, e senti que devia pertencer àquela comunidade e renegar tudo.
– Você se arrepende de tudo o que fez?
– Por sorte, não cheguei a abortar. Hoje aconselho mulheres desesperadas. A minha missão na vida é ajudá-las e evitar que abortem.
– Você não admite o direito ao aborto em nenhuma hipótese, nem em casos de estupro ou perigo para a vida da mulher?
– Não, não há nenhuma diferença. Continua a ser um assassinato, de um jeito ou de outro.
McCorvey permaneceu no anonimato por dezessete anos. Após o desfecho do caso, deu o filho para adoção e tentou seguir em frente. Era uma heroína para os grupos pró-aborto e um símbolo da degradação do país para a frente pró-vida.
Norma só revelou que tinha sido Jane Roe nos anos 80, quando escreveu um livro e passou a dedicar-se ativamente à defesa dos direitos que havia conquistado para todas as americanas, chegando mesmo a trabalhar como conselheira em clínicas de aborto. Ainda hoje guarda lembranças dessa época, em que pôde presenciar “a natureza aterrorizante do aborto e devastação que causa nas garotas e nas mulheres”.
Nessa época, conta agora, tentou suicidar-se várias vezes e, por ter na consciência o peso de ter sido responsável pela “perda de tantas vidas”, recorreu às drogas.
Em 1995, Norma deu uma guinada radical na sua vida, surpreendendo ativistas de ambas as partes. Batizou-se e uniu-se a um grupo cristão pró-vida chamado “Operação Resgate”. Conhecera-os quando a associação abrira um escritório bem ao lado da clínica onde trabalhava. Um sacerdote mudou a sua vida, e ela decidiu renunciar a tudo quanto havia sido nas últimas quatro décadas.
LESBIANISMO
Renunciou inclusive ao lesbianismo. Norma havia vivido com Connie Gonzales durante trinta anos quando ambas se converteram ao catolicismo. Continuam amigas e compartilham a profissão, mas Norma agora reconhece que a homossexualidade é um pecado.
Connie acompanha de perto todos os movimentos de Norma; é a sua sombra. Protege-a da imprensa, das críticas e do que mais for preciso. Filtra as suas ligações e vive basicamente para ela. Tem posições tão firmes quanto as de Norma. “Quando aconteceu o que aconteceu, não existiam grupos como nós que ajudassem as mulheres”, explica Connie.
Segundo ela, Norma caiu nas garras das advogadas abortistas porque não houve médicos ou ativistas para lhe dar apoio. “Agora, neste país, todos cuidam das mulheres, as pessoas importam-se com elas e defendem a vida. Não sei como é no resto do mundo”, conclui Connie em tom cético. “Sou ex-lésbica, ex-abortista, ex-Jane Roe”, disse Norma num documentário. “Sou uma ex-tudo; parece que quanto mais cresço, mais ‘ex’ fico”.
Para justificar os seus anos de ativismo abortista, assegura que foi manipulada por “advogadas ambiciosas” que usaram uma moça desesperada para se tornar famosas e atingir os seus objetivos, abandonando-a em seguida.
Era o ano de 1969. Ela estava só, havia abandonado os estudos e dado os filhos para a adoção. As advogadas Sarah Weddington e Linda Coffee convenceram-na a denunciar o fiscal de Dallas Henry Wade e a lutar pelo seu direito de abortar no Texas. Assim nasceu o caso Roe vs. Wade, que foi, de acordo com Norma, um cúmulo de mentiras. Para que a Justiça fosse mais rápida, disse às advogadas que fora violentada. Mais tarde, numa entrevista à televisão por ocasião dos 25 anos da sentença, confessou a farsa: a sua gravidez tinha sido fruto de “uma simples aventura”.
Começou a sentir certa aversão pelas campanhas abortistas e pela clínica no início dos anos 90; não suportava a pressão de todas as mulheres que a procuravam para lhe agradecer porque tinham podido abortar.
Quando começou a trabalhar com o grupo católico, toda a sua vida até aquele momento apareceu-lhe como um erro. “Ela caiu do cartaz com o símbolo do aborto diretamente nos braços de Deus”, diz o texto da página do seu movimento pró-vida. Assim, Norma converteu-se em porta-voz da sua causa e publicou um novo livro contrário ao aborto já desde a capa: “Won by Love” (“Vencida pelo amor”).
ANIVERSÁRIO
Em 22 de janeiro, dia do aniversário da decisão, Norma declarou ao subcomitê constitucional dirigido por John Ashcroft, pró-vida e então senador, que recolhia testemunhos para combater a decisão do Supremo Tribunal. “Este é o aniversário de uma tragédia”, disse o senador. “Perdemos 37 milhões de crianças que nunca conhecerão o calor do abraço de um pai ou a força do carinho de uma mãe”.
Em 14.01.2005, ela entrou formalmente com uma petição no Supremo Tribunal para pedir a reversão da sentença do caso Roe vs. Wade, apresentando o testemunho legítimo de mais de mil mulheres abaladas psicologicamente pelo aborto e 5.300 páginas de evidências médicas.
McCorvey ainda não obteve resposta à sua petição. Diz que, se o Tribunal não quiser reverter a decisão, deverá ao menos julgar o mérito do caso. “Agora que conhecemos muito mais o assunto, suplico ao Tribunal que ouça as testemunhas e reavalie o caso Roe vs. Wade”.
Norma McCorvey não é a única que mudou. Os porta-vozes das associações abortistas dizem estar perdendo a batalha, embora, segundo pesquisas, a maioria dos americanos não queira voltar atrás na lei. Uma sentença invalidando o direito ao aborto em escala nacional está cada vez mais perto.
Fonte: El mundo (Panamá) / EWTN News

25 maio 2011

Cuidado com o que você anda vendo!

De acordo com o censo de 2011 realizado na Inglaterra, constatou-se que houve uma expansão no número de pessoas que praticam magia e satanismo. Só na Inglaterra 31.000 mulheres tem a bruxaria como profissão... pasmem!
E isso tem sido impulsionado após o lançamento dos filmes tipo Harry Potter e tantos outros...
Precisamos tomar cuidado com esses filmes: Harry Potter, Crepúsculo e sua saga interminável.... e outros dos quais não estou me lembrando agora. Eles são portas fáceis para nos enganar e nos afastar da Igreja. Para confirmar essa opinião foi publicado esta semana no site da UOL uma matéria intitulada “Jovens neozelandeses se declaram culpados de ataque de vampiro”........ aff
Era só o que faltava tem gente assistindo e sendo influenciado pelo filme Crepúsculo...dois jovens de 19 anos aproveitaram que o amigo estava bêbado e acabaram mordendo e bebendo o sangue do jovem........ inacreditável!
É assim que o mundo está hoje, os filmes só mostram histórias distorcidas e que passam bem longe da evangelização. E o pior é que caíram no gosto dos adolescentes e esses filmes tem sido uma verdadeira "febre" em todo o mundo. Já dizia o sábio ditado popular "o que os olhos não vê, o coração não sente".

04 maio 2011

Pesquisa revela: sexo só depois do casamento promete uniões mais estáveis


A conclusão é de um estudo da Associação Americana de Psicologia
Um estudo publicado no Journal of Family Psychology, da Associação Americana de Psicologia joga por terra o que as feministas levaram anos para conseguir: o sexo antes do casamento. Pois de acordo com o estudo, casais que só tem relações sexuais depois do casamento acabam tendo relacionamentos mais estáveis e felizes, além de uma vida sexual mais satisfatória. 

No estudo, pessoas que praticaram a abstinência até a noite do casamento deram notas 22% mais altas para a estabilidade do seu relacionamento do que os demais. As notas também foram 20% mais altas entre esses casais que só praticaram o sexo após o casamento sobre a qualidade da vida sexual (15% mais alta) e o díalogo entre os cônjuges (12% maiores). 

A pesquisa foi feita com mais de duas mil pessoas. Sociólogos da Universidade do Texas, nos EUA, acreditam que o sexo cedo demais pode realmente atrapalhar o relacionamento. Segundo eles, casais que priorizam o sexo no início do relacionamento normalmente terminam o relacionamento de forma mal resolvida.