18 agosto 2011

Madri em “efervescência” pelo início da Jornada Mundial da Juventude.


Uma multidão de jovens pelas ruas, cantando, dançando, abanando bandeiras de todo o mundo.
De repente uma figura diminutiva emerge de seu carro branco e eles entram em erupção, correndo para
encontrar o melhor lugar para ver este superstar internacional. Um ídolo do rock? Um atleta famoso? Um
político prodigioso?
Não: um senhor – mais para erudito que celebridade – que timidamente sorri para entender tanta
adulação.
Papa Bento XVI chega nesta semana a Madri para uma semana de celebração marcada pela presença
de milhões de adolescentes e outros católicos de vinte e alguma coisa anos de idade na Jornada
Mundial da Juventude. O evento internacional oferece a jovens católicos a chance de aprender sobre a
fé e praticá-la juntos: Pense em Missa, leituras, orações e mais Missas.
Mas esta não é uma conferência religiosa comum. A música é alta, as horas são tardes, os participantes
são jovens, diversificados e exuberantes.
Todo o espetáculo pode confundir aqueles que estão do lado de fora da Igreja: Por que estes jovens
iriam pertencer a uma menos celebrada, atrasada e opressiva instituição como a Igreja Católica
Romana? E por que eles iriam considerar o Papa Bento XVI, de 84 anos, não apenas amável mas
também uma inspiração? A resposta para estas questões está no descontentamento e no desejo de um
grupo peculiar da geração deste milênio.
O Retorno da Tradição
A primeira vista, estudos como o relatório de Pew 2010 sobre “Religião entre Pessoas deste Milênio”
parecem indicar que jovens católicos (idades entre 18-29 anos) são um exemplo da tendência de sua
geração em relação à indiferença religiosa. Para entender, eles são menos prováveis para ir às missas
semanais, muito menos rezar diariamente e menos ainda para considerar a religião “muito importante”
em relação a Católicos de 30 anos para cima. Ainda assim, os Católicos deste milênio que praticam
sim e valorizam sim sua fé estão fazendo algo estranho: eles estão liderando o renascimento da liturgia
tradicional Católica e as disciplinas que seus pais e avós abandonaram largamente.
Um estudo recente sobre ordens religiosas Católicas confirma esta tendência. Irmã Mary Bendyna,
membro das Irmãs da Misericórdia das Américas e diretora do centro filiado à Universidade Georgetown
que conduziu o estudo, sintetizou os achados para o The New York Times. Comparado às gerações
passadas, afirma ela, as pessoas deste milênio que consideram se tornarem padres ou freiras são “mais
atraídos ao estilo de vida religioso tradicional, onde há vida comunitária, oração comunitária, celebração
da Missa juntos, oração em comum da Liturgia das Horas (ciclo diário na Igreja de leituras das Escrituras
e orações)”. “Eles são mais propensos a dizer que a fidelidade à Igreja é importante para eles”,
acrescentou, “e eles definitivamente procuram por comunidades onde seus membros usem hábitos”,
aquela antiga veste usada por monges e freiras.
Substância e Sacrifício
Como membro desta estranha corte do milênio, eu também meditei sobre isso. Acho que a resposta vem
disto: o estilo liberal dos anos 60’s – dos códigos morais, das obrigações familiares, dos compromissos
religiosos – nos traiu.
Em algum lugar no século passado, surgiu um novo credo, dizendo que todos deviam fazer seu próprio
credo. Este sistema de crença tolerante, de mente aberta, parecia prometer liberdade: sexo seguro
com muitos parceiros, drogas e álcool rápidos e abundantes, divórcios sem justificativas. Então, os pais
da nossa geração, os dos anos 50 e 60’s, se divertiram muito e deixaram para nós somente a ressaca
do dia seguinte: corações despedaçados, lares destruídos e dependência química, além do crescente
aumento de depressão na adolescência e de suicídio.
A religião do “qualquer coisa serve” do final do século 20, não pode prevenir nem ao menos explicar
estas conseqüências. (Afinal de contas, se eu estou bem, se você está bem e nós podemos fazer o
que a gente quiser, por que então há tantas pessoas infelizes?) Quando cada membro da sociedade
faz o que quer que os faça se sentir bem, o inevitável resultado não é a plenitude pessoal e a harmonia
comunitária, mas o egoísmo e o colapso social.
Com estas realizações em mente, muitas pessoas deste milênio rejeitam os pressupostos do liberalismo
dos anos 60’s em favor de algo mais substancial: as crenças, as práticas e o código moral que definiu a
vida religiosa por séculos. Ao contrário do cientismo reducionista ou do romanticismo vago, as religiões
tradicionais propõem uma explicação específica e persuasiva para o mundo que está diante de nós –
partido, atormentado pelo sofrimento, escravizado pelo pecado, mas que ainda assim revela relances da
beleza e grandeza.
Mais intelectualmente coerente do que o relativismo, a ortodoxia é também mais exigente. Faz-nos
colocar os outros acima de nós mesmos, a verdade acima do que nós gostaríamos que fosse verdade, a
luta pela virtude acima da busca pelo prazer. Em uma palavra, prega o sacrifício.
Estes temas serão proeminente em Madri durante esta semana, quando Católicos de todas as
nacionalidades se reúnem para rezar e festejar. Então, por que eles estão felizes por serem Católicos?
Porque eles concluíram que os ensinamentos da Igreja são de fato verdadeiros e porque eles
reconheceram que a verdadeira liberdade está no sacrifício de si mesmo. Longe de repressivo, estas
realizações são – como milênios de outras crenças atestam – excitantes.
O papa Bento sabe que os jovens ponderam estas questões e desejam mais do que a cultura de hoje
oferece. Quando fala a eles, o papa não esmorece. Sua voz é calma, até mesmo gentil, mas ele não
tem medo de desafiar sua congregação. E ele está certo em o fazer: os jovens não precisam de outras
afirmações sem sentido sobre o seu valor. Eles querem uma explicação sobre como está o mundo e de
uma missão para mudá-lo. A pergunta que eles fazem não é mais “O que é que vai fazer com que eu
me sinta bem?, mas “O que é que vai fazer de mim uma pessoa boa e como eu posso fazer bem para o
mundo?”
Não importa no que você acredita, admita: Eles estão fazendo as perguntas certas!
Por Ana Williams, escritora do USA TODAY. Ela esteve presente por duas vezes na Jornada Mundial dos Jovens,
em 2005 e em 2008.
Fonte:
http://www.usatoday.com/news/opinion/forum/2011-08-14-millennials-religion-catholic_n.htm?
loc=interstitialskip


Uma multidão de jovens pelas ruas, cantando, dançando, abanando bandeiras de todo o mundo. De repente uma figura diminutiva emerge de seu carro branco e eles entram em erupção, correndo para encontrar o melhor lugar para ver este superstar internacional. Um ídolo do rock? Um atleta famoso? Um político prodigioso?

Não: um senhor – mais para erudito que celebridade – que timidamente sorri para entender tanta adulação.

Papa Bento XVI chegou nesta semana a Madri para uma semana de celebração marcada pela presença de milhões de adolescentes e outros católicos de vinte e alguma coisa anos de idade na Jornada Mundial da Juventude. O evento internacional oferece a jovens católicos a chance de aprender sobre a fé e praticá-la juntos: Pense em Missa, leituras, orações e mais Missas. Mas esta não é uma conferência religiosa comum. A música é alta, as horas são tardes, os participantes são jovens, diversificados e exuberantes.

Todo o espetáculo pode confundir aqueles que estão do lado de fora da Igreja: Por que estes jovens iriam pertencer a uma menos celebrada, atrasada e opressiva instituição como a Igreja Católica Romana? E por que eles iriam considerar o Papa Bento XVI, de 84 anos, não apenas amável mas também uma inspiração? A resposta para estas questões está no descontentamento e no desejo de um grupo peculiar da geração deste milênio.

O Retorno da Tradição

A primeira vista, estudos como o relatório de Pew 2010 sobre “Religião entre Pessoas deste Milênio” parecem indicar que jovens católicos (idades entre 18-29 anos) são um exemplo da tendência de sua geração em relação à indiferença religiosa. Para entender, eles são menos prováveis para ir às missas semanais, muito menos rezar diariamente e menos ainda para considerar a religião “muito importante” em relação a Católicos de 30 anos para cima. Ainda assim, os Católicos deste milênio que praticam sim e valorizam sim sua fé estão fazendo algo estranho: eles estão liderando o renascimento da liturgia tradicional Católica e as disciplinas que seus pais e avós abandonaram largamente.

Um estudo recente sobre ordens religiosas Católicas confirma esta tendência. Irmã Mary Bendyna, membro das Irmãs da Misericórdia das Américas e diretora do centro filiado à Universidade Georgetown que conduziu o estudo, sintetizou os achados para o The New York Times.

Comparado às gerações passadas, afirma ela, as pessoas deste milênio que consideram se tornarem padres ou freiras são “mais atraídos ao estilo de vida religioso tradicional, onde há vida comunitária, oração comunitária, celebração da Missa juntos, oração em comum da Liturgia das Horas (ciclo diário na Igreja de leituras das Escrituras e orações)”. “Eles são mais propensos a dizer que a fidelidade à Igreja é importante para eles”, acrescentou, “e eles definitivamente procuram por comunidades onde seus membros usem hábitos”, aquela antiga veste usada por monges e freiras.

Substância e Sacrifício

Como membro desta estranha corte do milênio, eu também meditei sobre isso. Acho que a resposta vem disto: o estilo liberal dos anos 60’s – dos códigos morais, das obrigações familiares, dos compromissos religiosos – nos traiu.

Em algum lugar no século passado, surgiu um novo credo, dizendo que todos deviam fazer seu próprio credo. Este sistema de crença tolerante, de mente aberta, parecia prometer liberdade: sexo seguro com muitos parceiros, drogas e álcool rápidos e abundantes, divórcios sem justificativas. Então, os pais da nossa geração, os dos anos 50 e 60’s, se divertiram muito e deixaram para nós somente a ressaca do dia seguinte: corações despedaçados, lares destruídos e dependência química, além do crescente aumento de depressão na adolescência e de suicídio.
A religião do “qualquer coisa serve” do final do século 20, não pode prevenir nem ao menos explicar estas conseqüências. (Afinal de contas, se eu estou bem, se você está bem e nós podemos fazer o que a gente quiser, por que então há tantas pessoas infelizes?) Quando cada membro da sociedade faz o que quer que os faça se sentir bem, o inevitável resultado não é a plenitude pessoal e a harmonia comunitária, mas o egoísmo e o colapso social.

Com estas realizações em mente, muitas pessoas deste milênio rejeitam os pressupostos do liberalismo dos anos 60’s em favor de algo mais substancial: as crenças, as práticas e o código moral que definiu a vida religiosa por séculos. Ao contrário do cientismo reducionista ou do romanticismo vago, as religiões tradicionais propõem uma explicação específica e persuasiva para o mundo que está diante de nós – partido, atormentado pelo sofrimento, escravizado, mas que ainda assim revela relances da beleza e grandeza. Mais intelectualmente coerente do que o relativismo, a ortodoxia é também mais exigente. Faz-nos colocar os outros acima de nós mesmos, a verdade acima do que nós gostaríamos que fosse verdade, a luta pela virtude acima da busca pelo prazer.Em uma palavra, prega o sacrifício. Estes temas serão proeminente em Madri durante esta semana, quando Católicos de todas as nacionalidades se reúnem para rezar e festejar. Então, por que eles estão felizes por serem Católicos? Porque eles concluíram que os ensinamentos da Igreja são de fato verdadeiros e porque eles reconheceram que a verdadeira liberdade está no sacrifício de si mesmo. Longe de repressivo, estas realizações são – como milênios de outras crenças atestam – excitantes.

O papa Bento sabe que os jovens ponderam estas questões e desejam mais do que a cultura de hoje oferece. Quando fala a eles, o papa não esmorece. Sua voz é calma, até mesmo gentil, mas ele não tem medo de desafiar sua congregação. E ele está certo em o fazer: os jovens não precisam de outras afirmações sem sentido sobre o seu valor. Eles querem uma explicação sobre como está o mundo e de uma missão para mudá-lo. A pergunta que eles fazem não é mais “O que é que vai fazer com que eu me sinta bem?, mas “O que é que vai fazer de mim uma pessoa boa e como eu posso fazer bem para o mundo?”

Não importa no que você acredita, admita: Eles estão fazendo as perguntas certas!

Por Ana Williams, escritora do USA TODAY. Ela esteve presente por duas vezes na Jornada Mundial dos Jovens,
em 2005 e em 2008.

15 agosto 2011

A força da Fé: Jovens oram e garoto afogado ressuscita!


Viagem de um grupo de jovens de uma igreja dos EUA para a praia se transformou em uma tarde de sexta-feira muito assustadora. A correnteza forte puxou Dale Osterander(foto), menino de 12 anos para o mar. ASSISTA VÍDEO DE REPORTAGEM NO FINAL DO POST.

Em 05 de agosto de 2011, um grupo de jovens da igreja foi até a praia para um dia de diversão e confraternização. Mas este dia tomou um rumo assustador quando uma correnteza forte puxou um dos garotos  para o mar.

Ao avistar o menino se debatendo a amiga de excursão  Nicole Kissel(foto), também de 12 anos não pensou 2 vezes, pegou sua prancha de surf e remou em direção de Dale, mas enquanto voltava uma grande onda os atingiu e Dale não conseguiu se segurar na prancha e submergiu e Nicole conseguiu voltar a praia.  A equipe de resgate ficou procurando o garoto poruns 20 minutos, neste meio tempo os amigos de excursão ficaram na praia orando a Deus pela vida de Dale, ao ser resgatado a equipe constatou que o menino já estava sem batimentos cardíacos , mas os colegas continuaram a orar e ao chegar ao hospital os médicos começaram a reanimar o garoto constatou a volta dos batimentos cardíacos.
Os médicos colocaram Dale em coma induzido e expressou preocupação com o inchaço em seu cérebro.
Os pais de Dale mantiveram vigília ao lado do seu filho no hospital desde sexta-feira até no domingo. Na segunda-feira, ao acordar o menino começou a conversar com seus pais.
A mãe de Dale senhora Kristen Ostrander disse: “ao acordar ele começou a tossir e tentamos faze-lo parar, mas ele falou “eu não preciso de ajuda”. Foi a primeira coisa que ele falou, uma frase inteira. Foi incrível. “
O Ostrandes acreditada que a oração ajudou com a incrível recuperação de seu filho.
“Se mantivermos a nossa fé firme em Deus, não importa o que aconteça Ele sempre nos ajuda nos momentos difíceis  … Um milagre aconteceu aqui “, disse o Sr. Ostrander.

Confira vídeo em Inglês da reportagem produzida pela Mail:

Fonte: Blog do Carmadélio

Uso do Facebook pode tornar adolescentes mais vulneráveis a problemas psicológicos




Um novo estudo sobre os efeitos das mídias sociais nas interações humanas revelou que adolescentes que utilizam redes sociais como o Facebook podem ser mais vulneráveis a desenvolver comportamento antissocial, narcisismo e uma série de outros caráteres negativos.
Outros efeitos maléficos do uso do Facebook observados no estudo incluem manias, tendências agressivas, dores no estômago, insônia, ansiedade e depressão nos jovens com “overdose” da rede social – incluindo o uso abusivo dos aplicativos de jogos.
As consequências negativas também afetam os estudos. Estudantes de ensino fundamental, ensino médio e universitários que verificaram o Facebook pelo menos uma vez durante um período de 15 minutos do estudo tiraram notas mais baixas. Além disso, esses estudantes obtiveram menores taxas de retenção de leitura.
No entanto, nem todos os resultados relacionados ao uso do Facebook foram negativos. Um dos pontos mais interessantes da pesquisa foi a observação do desenvolvimento da “empatia virtual”. A empatia geralmente é relacionada com abraços, expressões faciais e palavras gentis que ajudam a melhorar o humor de pessoas queridas.
Os adolescentes estão desenvolvendo a capacidade de demonstrar empatia virtual para os amigos angustiados via Facebook, influenciando positivamente seu humor. Essa empatia virtual pode transbordar para o mundo real, ajudando adolescentes a serem mais gentis e sociáveis na vida cotidiana.
Fonte: Mashable

08 agosto 2011

Vem aí........ 13 de Agosto

Galera, vem ai dia 13 de Agosto o "Lual da Turma do João"
Não perca.......vai ser demais!!!!!!!!
esperamos por vc :D


05 agosto 2011

Arqueólogos afirmam ter descoberto túmulo do apóstolo Filipe


O arqueólogo Francesco d’Andria anunciou ter encontrado na Turquia o túmulo de São Filipe, um dos doze apóstolos de Jesus.
A equipe do italiano tem estado em escavações em Pamukkale, oeste da Turquia, e anunciou a descoberta, através da agência turca Anatólia.“Há 12 anos que tentamos encontrar o túmulo de São Filipe. Finalmente encontrámo-lo entre os escombros de uma igreja que escavávamos há cerca de um mês”, disse Francesco d’Andria, professor de arqueologia e história da arte grega e romana na Universidade de Lecce, na Itália, actualmente a trabalhar neste projeto.

A descoberta do túmulo aconteceu na sequência dos trabalhos de escavação numa igreja recentemente dada a conhecer na região de Pamukkale, antiga cidade de Hierápolis, considerada hoje Património Mundial da Unesco, e conhecida também por “cidade sagrada”, famosa pelas suas águas termais, rochas sedimentares e a pedra calcária branca que lhe dá o epíteto de “castelo de algodão”.

O italiano explicou que o túmulo ainda não foi aberto mas que a sua estrutura e as escrituras na pedra indicam que aquela é mesma a sepultura de São Filipe. “Um dia será aberta, sem dúvida. Esta descoberta é de grande importância para a arqueologia e para todo o mundo cristão”, disse, acreditando que aquele sítio se poderá tornar num importante local de peregrinação cristã.


Originário da Galileia, atual Israel, Filipe foi um dos discípulos de Jesus, tendo viajado para evangelizar as regiões da Ásia Menor. Segundo documentos e testemunhos históricos, o apóstolo terá morrido lapidado e depois crucificado pelos romanos na então Hierápolis, nos anos 80 d.C.

Logo após a sua morte, um túmulo octogonal, intitulado “O Martírio”, foi edificado em sua memória naquela cidade.

Nos dias de hoje, São Filipe é venerado não apenas pelos católicos, mas também pelos evangélicos, anglicanos, ortodoxos, coptas e arménios.

Fonte: UOL

Canções cristãs estarão no novo CD de Justin Bieber

Depois de mostrar sua fé no documentário que conta sua tragetória musical, Never say Never,  o cantor Justin Bieber se prepara para lançar um CD inédito com canções de sua autória que falam sobre temas cristãos.

O CD se chamará “Believe” e será lançado no dia 14 de novembro nos Estados Unidos. O jovem chegou a explicar que escreveu essas novas canções mostrando seus sentimentos.
“Nas letras que escrevi em frente ao meu computador, estão meus sentimentos… penso que não tenho um só gênero musical. Quer dizer, sei o que é rock ou country, mas o meu estilo é diferente. Minha voz não está definida em um só estilo, só quero fazer música”, disse o jovem sobre este novo trabalho.
Em Believe também terá algumas canções para sua namorada, a também cantora Selena Gómez, que antigamente também mostrava sua devoção à fé cristã, usando inclusive o anel da pureza, objeto que ela parou de usar depois de começar a namorar o astro pop.
Fonte: Portal Terra

28 julho 2011

Holanda: Freira chamada de “Irmã 2.0″ faz “sucesso” na internet com jovens

A internet pode ser uma ponte entre a igreja e os jovens, acredita a irmã Elvira Maria, das Carmelitas do Divino Coração de Jesus:
“Na Holanda, cada vez menos jovens frequentam a igreja. Embora eles tenham muitas perguntas sobre religião. Mas infelizmente, muitas paróquias e padres não estão abertos para os jovens. Isso acontece por falta de tempo ou porque pensam que eles não têm mesmo nenhum interesse. Os jovens então ficam isolados, mas via internet é possível se comunicar com eles.”
Messenger
A irmã Elvira Maria entrou na rede há dez anos, por curiosidade. Ela estava entre jovens que perguntaram: “Irmã, nós podemos conversar com a senhora pelo Messenger?” Na época, ela não sabia nada de computadores, mas aprendeu rápido: “Muitas pessoas faziam contato com perguntas sobre religião, sobre seus estudos, sobre seus relacionamentos. Elas podem falar sobre tudo. Quando perguntam alguma coisa, dou uma resposta sincera e isso é o que elas esperam.” Mesmo que tome tempo, ela responde a todos com carinho, diz a irmã.
Facebook
Com o tempo ela começou a gostar da atividade. Elvira Maria criou páginas em redes de relacionamento social como 
FacebookHyves (versão holandesa do Facebook) e também fez um site para o convento das carmelitas da cidade de Vogelenzang.
As outras freiras não estão todas online, mas acompanham suas atividades. Até a mais idosa, de 92 anos. “Quando um jovem tem dificuldades, elas dizem: mande lembranças nossas no e-mail e diga que vai estar nas nossas preces. As irmãs não estão diretamente online, mas seus corações sim.”
Missão
Os jovens com quem ela tem contato estão em vários lugares:
“Eu falo com todo mundo. Alguns da Alemanha, dos Estados Unidos, Irlanda, Bélgica. E da Holanda, claro, que é de onde vem a maioria. Não digo: ‘Os outros não podem’, mas a Holanda é realmente o país para esta missão. Poucos jovens frequentam a igreja. Mas muitos estão à procura de alguma religiosidade, alguma espiritualidade.”
A irmã também recebe muitos contatos de países como o Peru, mas para ela isso é difícil. “O problema é que eu não conheço a cultura de lá. É diferente de falar com pessoas que estão mais próximas. Não consigo me pôr no lugar de alguém de lá, e isso é importante quando se quer ajudar uma pessoa.”
Vocação
Como consequência de suas atividades na internet, duas jovens já se uniram ao convento. Mas este não é o principal objetivo: “Se eu quisesse apenas levar meninas para o convento e meninos para o seminário, não teria credibilidade. Minha motivação é ajudar. Mas se uma vocação se revela, é algo muito bonito.”
Não sem perigos
A internet também pode levar freiras para o ‘mau caminho’. “A internet não pode tomar conta da sua vida no convento”, alerta Elvira Maria. “As orações têm prioridade. Se você começa a visitar sites nos quais não tem nada que procurar, é porque não é fiel a sua própria vida e a Jesus. Aí coisas ruins podem acontecer.”
Curso
A irmã Elvira Maria também dá cursos. Recentemente ela esteve em Roma, a convite do Vaticano, para ensinar outras freiras como elas podem usar a internet. Por suas aventuras na rede, ela agora é conhecida como Irmã 2.0, ou Irmã Digital:
“Claro que dou risada disso. Na Itália, uma pessoa disse: ‘Irmã, vi que a senhora é chamada de guru da web.’ Uma vez fui apresentada num congresso como Irmã 2.0. O que posso fazer? Sou uma freira. Não sou alheia a estes temas, mas também não sou nenhuma especialista em computadores.”
http://www.rnw.nl/portugues/article/freira-holandesa-vira-%E2%80%98guru%E2%80%99-na-internet
Fonte: Blog do Carmadélio

26 julho 2011

Estudo americano “Tornando-se um vampiro sem ser mordido” confirma influência de filmes de matriz ocultista em jovens.

Segundo um estudo intitulado “Tornando-se um vampiro sem ser mordido”, algumas narrativas podem levar os pessoas a se tornarem parte do coletivo que está sendo descrito nos livros que estão lendo.
A pesquisa foi publicada na revista especializada “Psychological Science”.

Livros como "Crepúsculo" e "Harry Potter" podem levar os pessoas a se tornarem parte do coletivo que está sendo descrito
Livros como “Crepúsculo” e “Harry Potter” podem levar os pessoas a se tornarem parte do coletivo que está sendo descrito
Para provar a tese, pesquisadoras da State University of New York, em Buffalo, dividiram 140 estudantes de 19 anos para lerem passagens de livros do bruxinho “Harry Potter” e da saga “Crepúsculo”.
Após a leitura, eles tiveram de responder com quais palavras se identificavam de uma lista com coisas associadas à magia, como “poção”, e às histórias de vampiros, como “sangue”.
Eles também tiveram de avaliar questões como “O quão afiados são seus dentes?” ou “Você acha que conseguiria mover um objeto apenas com o poder da mente?”, entre outros aspectos.
Os resultados apontam que os leitores de livros de Harry Potter tendem a se ver como bruxos, enquanto os que leram “Crepúsculo” associam eles mesmos a vampiros.
Para as pesquisadoras, esse tipo de assimilação da história ocorre por causa da necessidade que as pessoas têm de se sentir parte de um grupo, no caso o dos bruxos ou o dos vampiros.

Fonte: Folha de São Paulo

25 julho 2011

“Nossa Senhora do Crack” em rua da Cracolândia Paulista surpreende pelo nome, não pela proposta




Um fotógrafo e artista plástico causou polêmica na Cracolândia, região central de São Paulo conhecida pela presença de usuários de drogas, ao instalar a imagem de Virgem Maria à frente de uma parede com fundo azul e as seguintes inscrições em dourado sobre ela: “Nossa Senhora do Crack”. Acima dela, há uma luminária. A obra com a estrutura de gesso, presente nas igrejas católicas, foi feita por Zarella Neto e colocada na Rua Apa, em Santa Cecília, na sexta-feira (22).
A obra do artista estava na fachada de uma casa abandonada até a manhã deste sábado (23), quando dependentes químicos revoltados com o uso da imagem a destruíram.
Neto afirmou que sua intenção foi a de chamar a atenção das autoridades para o problema com as drogas na região. Para isso, ofereceu uma espécie de padroeira aos viciados que se concentram em frente ao local todos os dias para fumar cachimbos de crack.
Polêmica
“Eu achei uma ofensa à Nossa Senhora, eu como católico, não aprovo”, disse o frentista Luciano dos Santos.
Usuários de crack, que não quiseram se identificar, também não aprovaram o uso da imagem. “Achei ridículo. Na minha opinião é um pecado sem tamanho. Puzesse um outro nome, Nossa senhora da Apa, rogai por nós”, disse uma usuária.
“Quem fez isso aí errou, não devia ter feito porque, queira ou não, não pode envolver uma santa com o crack, que é uma santa da igreja, coisa de Deus, então nós tem que respeitar”, disse outro usuário.

Revolta

Nesta manhã, um grupo de usuários de drogas ficou revoltado com a obra. Um homem se dependurou na imagem e a derrubou no chão. “Nós quebramos porque é a santa do mal, é como se fosse a santa do mal. A santa do crack”, disse um usuário.
“Porque o crack não é bom, o crack não é de Deus e a santa é uma santa divina, uma coisa boa”, afirmou uma usuária.
Apoio
O padre Julio Lancelotti que trabalha com moradores de rua e dependentes químicos, diz que a idéia do artista foi louvável por levar uma esperança para quem vive no mundo das drogas. “Eu acho que agora quebrada ela ficou mais parecida com o povo que está aqui”, disse o padre.
A moradora Maria Aparecida levou o que sobrou da imagem para casa. “Eu fiquei muito com pena, fazer isso. Vou deixar lá na porta do meu barraco”.
O que diz o artista
A idéia do artista que nasceu e mora no bairro há 33 anos era o de chamar a atenção das autoridades e moradores para o problema da Cracolândia. “Não tem a Nossa Senhora de Fátima, de Guadalupe, ela tá na Cracolândia porque ela é protetora do pessoal. Se na terra ninguém faz nada por eles, a santa seria a protetora”, disse Neto, que não imaginava que a obra fosse causar tanta polêmica.
O artista afirmou que vai colocar uma nova imagem da santa no lugar da que foi destruída.


Fonte: Folha de São Paulo

Amy Winehouse. Dinheiro e fama não foram capazes de lhe oferecer um sentido REAL para sua jovem vida.



Por Jorge ferraz

A Amy Winehouse foi encontrada morta em Londres Provavelmente as únicas músicas que ouvi da garota foram as que, indistinguíveis, nos chegam aos ouvidos no meio da poluição sonora das cidades; não seria capaz de me lembrar, agora, de nenhuma delas. Mas o que me espantou foi saber que a Amy, morta aos 27 anos, “seguiu o mesmo roteiro trágico de outros ídolos mundiais da música pop, como Janis Joplin, Kurt Cobain, Jim Morrison e Jimi Hendrix”Porque do Nirvana e do The Doors eu sei, sim, algumas músicas. E aí, de repente, a morta precoce da jovem cantora inglesa passa a ter alguma coisa a ver comigo: quando menos, me faz lembrar de algumas bandas que eu escutei na minha adolescência. Faz-me lembrar de algumas mortes pelas quais eu já me interessei. E, em última instância, faz-me pensar na morte, que é coisa muito útil e muito santa de se fazer.
Vinte e sete anos! É a minha idade. E, por mais que a Florbela diga “tenho vinte e três anos! Sou velhinha!”, o fato é que… não é uma vida avançada em anos, da qual se possa dizer que foi longeva. Morrer aos vinte e poucos (ou mesmo aos vinte e muitos) é humanamente uma tragédia, é uma interrupção precoce de uma vida que – como no fundo todos esperamos – poderia ter dado mais a si própria e ao mundo.
Talvez haja quem diga que “foi intensa”. No caso da Amy (ou da Janis ou do Kurt), eu diria antes que foi fútil e vazia. Sim, a garota provavelmente gastou até os vinte e sete anos muito mais dinheiro do que a maior parte de nós vai ser capaz de juntar na vida toda. Mas as coisas do mundo – como fama e dinheiro – naturalmente só fazem sentido enquanto se está no mundo. E a morte trágica e precoce de grandes astros da música parece nos dizer aos ouvidos aquela passagem bíblica segundo a qual é tudo vaidade. É como se ela nos sussurrasse ou, antes, nos gritasse alto para nos despertar de nossa letargia: vê, sic transit gloria mundi. Assim passa a glória do mundo! Morreram Cobain, Morrison, Hendrix, Joplin e Winehouse. Para os seus fãs, ficaram as suas músicas e a saudade; mas para eles próprios, de que valeu?
Talvez digam: “foi intenso!”. Talvez nos citem o Neil Young e nos digam que é melhor queimar de uma vez do que apagar-se aos poucos: it’s better to burn out than to fade away
. Enfim, talvez nos digam qualquer coisa; mas, data venia, eu preciso discordar.
A nossa vida é potencialmente curta (uma vez que cada um de nós pode morrer hoje mesmo) e, por isso mesmo, ela precisa ser intensa; mas o próprio fato da efemeridade da vida deveria nos fazer pensar no além-vida. “Intensa” é uma vida que se prepara para o futuro; desperdiçar loucamente uma fortuna – os anos de vida – cujo tamanho não se sabe ao certo (mas que sempre nos parece estar ainda “muito longe” de acabar) não é intenso, e sim irresponsável.
Eu conheço uma vida curta que foi verdadeiramente intensa. Não viveu os vinte e sete anos da Amy, mas ainda menos: vinte e quatro anos. Não ganhou o dinheiro de um Kurt Cobain ou de um Jimi Hendrix e nem teve em vida a fama de uma Amy ou de uma Janis, mas soube empregar verdadeiramente bem os seus anos de juventude. Era francesa e se chamava Teresa. E, entre tantas outras coisas, legou-nos versos:

Revesti as armas do Todo-Poderoso,
Sua divina mão dignou-se me adornar;
Doravante, nada me assusta.
Do seu amor, quem pode me separar?
Ao seu lado, lançando-me na arena,
Não temerei nem o ferro, nem o fogo.
Meus inimigos saberão que eu sou Rainha,
Que sou a esposa de um Deus!
Oh, meu Jesus! Guardarei a armadura
Com que me visto ante teus adorados olhos.
Até o entardecer da vida, minha mais bela veste
Serão meus santos votos!
[...]
Se do guerreiro tenho as armas poderosas,
Se o imito e luto com valentia,
Como a Virgem de encantos graciosos,
Também quero cantar, combatendo.
Fazes vibrar as cordas de tua lira
E esta lira, oh, Jesus, é meu coração!
Posso, então, das tuas misericórdias
Cantar a força e a doçura.
Sorrindo, desafio o combate
E, nos teus braços, oh , meu divino Esposo,
Cantando hei de morrer, sobre o campo de batalha,
Com as armas na mão!…
["Minhas armas", in "Obras Completas de Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face".
pp. 622-624. São Paulo, Editora Paulus, 2002]
A morte no campo de batalha, com as armas na mão: eis o desejo que convém a uma alma jovem! Não a morte em um palco ou – pior ainda – em um apartamento vazio e solitário, desvanecido o glamour após se deixar o palco. Não, isto não é uma vida intensa; a vida de combate preconizada pela santa francesa morta aos vinte e quatro anos é que o é. Que o Altíssimo tenha misericórdia da Winehouse e de tantos outros mortos em condições similares. E que a tragédia ocorrida com a roqueira inglesa faça-nos ver que a vida é curta e, portanto, é fundamental que seja bem vivida.

Fonte: Blog do Carmadélio

23 julho 2011

Você é católico e assiste novela da Globo? então veja mais essa "pérola" global

Veja como a globo em seus diálogos das novelas passa sua ideologia.

Seria bom que os pais que querem esperar seu filho crescer para escolher a fé,também deixassem que eles escolhessem a  escola, se vão tomar banho ou não, se escovam os dentes ou não. A educação supõe a passagem de valores e crenças dos pais, isso inclui também os “valores” dos ateus. (difícil de entender..mas, paciência)
No entanto percebe-se no diálogo a ausência de uma posição mais firme da visão católica, ficando claro o vazio de uma consultoria de temas religiosos para as novelas que-no mínimo- apresentem a verdade integral da doutrina católica ou qualquer outra doutrina que permita a reflexão, com exceção,claro, do espiritismo que tem todo o apoio global.
Se a novela vai tocar nesse assunto, então mexa com responsabilidade.
A personagem católica que defende o batismo infantil é tão frágil em seus argumentos que de fato fica claro a falta de honestidade na abordagem do tema.
Para mim não é surpresa!

22 julho 2011

Roqueiro convertido, ex Metalicca responde se o Rock “é do Diabo”


Quando um roqueiro se converte realmente é estranho, afinal a imagem de um evangélico e de um fã de heavy metal são bem diferentes, mas não é o caso de Dave Mustaine líder da banda de trash metal Megadeath.
Mustaine sempre teve uma vida ligada a bebidas e drogas, foi tão dedicado a isso que foi expulso da banda que fundou, o Metallica, porque não aguentaram mais o músico quando não estava sóbrio, e ele simplesmente não ficava sóbrio.
Hoje a vida de Dave mudou, convertido evangélico mudou as letras de suas músicas e muitas de suas atitudes, por isso participou do documentário “Primetime Nighline: Beyond Belief, Batle With The Devil”, uma série de reportagens sobre exorcismo e demônios que está sendo exibida na rede ABC. Na entrevista ele diz acreditar na existência do demônio: “A maior mentira que ele já contou foi que não existe. E você vê as pessoas achando que ele é vermelho, com cara de bode e rabudo, mas não. Ele é belo, como um anjo. Por que iria querer parecer um monstro? Ele pode ser igual a você. Poderia estar aqui, nesse momento. E nem saberíamos. É assustador”, afirma.
Dave foi ponderado quando perguntado se o heavy metal é coisa do diabo, segundo ele “em alguns casos é. Mas não em todos. Há bandas que acreditam em Deus e o glorificam. Oram todas as noites antes de entrar no palco”, mas vê relação entre a magia negra e a bebida: “Nem sempre que bebi estava envolvido com isso. Mas sempre que estive envolvido, estava bebendo. Então, definitivamente, há uma relação”, acredita.
O vocalista também falou sobre sua vida antes de se converter, segundo ele a “mãe era Testemunha de Jeová e me criou nessa fé. Acabei me envolvendo com bruxaria por odiar ficar batendo nas portas das casas dos outros”, disse. Ele revela também que ainda quando criança fez magia negra contra duas pessoas, uma era um garoto que praticava bullying contra ele e “sofreu um acidente de carro e algo aconteceu com parte de seu corpo”, a outra pessoa era uma garota cobiçada pelos seus colegas, “todos a desejavam, mas era fora da minha realidade. Fiz [a magia] e, no outro dia ela, estava em meu apartamento”, e com veemência completa: “Por isso acredito no lado negro. Muitos pensam que não é real, mas funciona”, afirma.
Em seu testemunho Dave Mustaine afirma ter feito “pactos de sangue. Isso foi antes de descobrirmos sobre a AIDS. Cortávamos dedos e juntávamos, nos tornando irmãos de sangue”, mas ressalta: “Não quero mais estabelecer uma comunhão espiritual e misturar minha vida com alguém que não conheço direito. A Bíblia diz que sangue é vida” e finaliza, “acho que sou mais perigoso agora que me tornei um cristão, pois estou armado com a verdade”, diz Dave Mustaine.


Fonte: Blog do Carmadélio

21 julho 2011

Série televisiva produzida por Steven Spielberg tem personagem explicitamente católica


Estreou-se nos Estados Unidos há poucas semanas a mais recente e ambiciosa série de ficção científica para a televisão produzida por Steven Spielberg que leva o título de “Falling Skies”. Nesta historia sobre a luta entre alienígenas e humanos, o personagem de uma jovem católica que usa sua fé como arma para sobreviver chamou a atenção da imprensa. c
O argumento de “Falling Skies” sobre a vida na terra seis meses depois de um ataque alienígena não é novo nem original, mas sendo um produto de Spielberg colhe êxitos de audiência.
Conforme informa o site ReligiónenLibertad.org (ReL), “a ação tem lugar principalmente em uma irreconhecível Boston, e dentre todos os protagonistas destaca-se um personagem de certo modo insólito no panorama das produções televisivas”.
“Trata-se de Lourdes, uma jovem de 17 anos, intelectualmente brilhante, estudante de Medicina, de origem mexicano, bonita e, como assinala Greg Sisk em sua análise dos capítulos emitidos, ‘aberta e explicitamente católica’. O seu próprio nome indica uma esperança sobrenatural”, destaca o site sobre o papel interpretado pela atriz de raízes latinas Seychelle Gabriel.
Chama a atenção que “as cenas nas que Lourdes expõe sua fé estão intencionalmente bem tratadas”. Do primeiro capítulo, o personagem mostra sua fé com naturalidade. Em uma cena atrasou-se do grupo porque se deteve em uma igreja para rezar e defende suas convicções ante as gozações dos demais.
Quando Lourdes alcança o grupo, uma de suas companheiras na ficção ri dela e lhe diz que a próxima vez que se ajoelhe para rezar peça a Deus um bombardeiro. Lourdes responde com claridade: “Eu não rezo a Deus para pedir-lhe coisas. Não acredito que as coisas funcionem assim”. Karen lhe pergunta então para quê ela reza. “Peço a Deus que me mostre o que posso fazer por Ele”, responde Lourdes.
A jovem oferece ao grupo de sobreviventes a contribuição da sua fé junto à sua incipiente experiência clínica. “Em uma cena de outro episódio, sentam-se a comer e é ela quem se persigna para dirigir a bênção da mesa. A câmara se dirige então ao chefe militar do grupo, um homem duro que perdeu a sua família durante a invasão e que costuma expressar-se de forma bastante cínica… mas que murmura com ela a oração”, informa ReL.
“A religião, e em particular a fé católica, esteve sempre muito presente nas produções de Spielberg, em algumas ocasiões misturada com interpretações de corte esotérico, em outras com críticas indiretas, mas algumas vezes também com uma seriedade e respeito incomuns em outros cineastas. Falling skies parece figurar, ao menos até o momento, entre estas últimas”, indica.

Fonte: Blog do Carmadélio

Clipe a favor de crianças e adolescentes vítimas de exploração sexual

Clipe gravado com 22 cantores brasileiros incluindo Pe. Fábio de Melo, o propósito e o combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.

Vem ai.... Encontro de Jovens da Gospa 24/07

Um dia maravilhoso de muitas bençãos!!!!
Você não pode perder....venha, participe conosco!!!


Jesus e a Gospa te esperam!!!



19 julho 2011

Ator ateu agradece a Jesus pela cura do câncer

O ator da TV Globo, Herson Capri, afirmou que Jesus foi o grande responsável pela sua salvação e pela cura de um câncer. Em entrevista à revista Quem, o ator que é ateu revelou que a 13 anos atrás foi salvo de um câncer no pulmão esquerdo, que segundo ele mata em 90% dos casos e que só é curável quando diagnosticado previamente antes de qualquer sintoma. “Essa foi minha sorte” disse ele.
Herson Capri descobriu o câncer previamente, quando teve de encenar Jesus Cristo em um espetáculo da Paixão de Cristo, em Nova Jerusalém. Ele diz que na ocasião estava fora de forma e que para melhor se identificar com o papel de Jesus Cristo, tinha resolvido fazer uma lipoaspiração.
“Quando fui fazer os exames preparatórios, detectaram um nódulo no pulmão esquerdo e depois fui operado. Tive muita sorte”
Na ocasião Herson Capri, disse que acreditava ter uma relação no fato de descobrir a doença quando ia fazer Jesus Cristo.
“Esta relação com Jesus Cristo é uma coisa que, sem nenhuma pieguice, mexeu comigo. Já me disseram que é uma babaquice dizer que foi Jesus quem me salvou. Respondi que babaquice era da pessoa. Fui salvo por Jesus, literalmente. Fui fazer Jesus Cristo, quis ficar magro igual a ele e isso acabou salvando minha vida. Como não fazer essa associação imediata?”
O ator da Globo afirmou que desde a infância ele vive uma vida religiosa contraditória. Seu pai era ateu e mesmo assim ele ia para um colégio com estudos religiosos obrigatórios.
O ator reconheceu que depois disso ora, fala de fé e agradece a Jesus sua cura.
Herson Capri não é o único ator da rede globo ateu que pareceu ter sido salvo “milagrosamente”. Chico Anysio, declarado ateu no ano passado depois da morte do filho de Cissa Guimarães, também se salvou.
Chico Anysio ficou 110 dias internado no Hospital, depois que deu entrada com problemas respiratórios, segundo assessoria de imprensa do hospital. Durante esse período, sua mulher Malga Di Paula, pediu por uma corrente de oração através de seu twitter. Milagre ou não, ele se recuperou e Malga Di Paula agradeceu pelas orações.
Fonte: Christian Post

15 julho 2011

Harry Potter, influência positiva ou negativa?

Esta semana estreou o novo filme da saga Harry Potter, encontrei este texto muito bem escrito que esclarece a temática do filme aos olhos cristãos. 
Muito interessante!

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saga de Harry Potter destina-se sobretudo a um público infantil pré-adolescente. É a idade em que as crianças começam a descobrir o mundo fora do círculo familiar, a idade da introdução à vida em sociedade, quando encontram os primeiros amigos.
O idealismo generoso destes anos aspira a transformar o mundo numa antecâmara do céu, como diziam os medievais.
Porém, ao mesmo tempo em que estas almas se abrem às realidades sociais, com aspirações de heroísmo e de santidade, elas são ainda muito imaturas, e as influências que recebem do novo mundo, no qual começam a entrar, freqüentemente são decisivas na sua formação.
A literatura do gênero Harry Potter mostra um mundo povoado de demônios e de homens perversos, escravos do mal. Esse mundo está em contínuo contato com o mundo dos trouxas, no qual vivem os meninos normais.
Isso provoca, de modo mais ou menos fatal, uma sensação de impotência ante tais forças superiores. Por outro lado, os meninos bruxos — seres superiores, como Harry Potter e seus amigos — conhecem feitiços, fórmulas mágicas, fetiches de todo tipo para conjurar o perigo.
Ao longo das incontáveis páginas dos livros de Harry Potter, vai-se criando no subconsciente do leitor pré-adolescente um estado de medo e ao mesmo tempo de fascinação. Um instalar-se no horror.
O jovem leitor descobre um mundo de bruxos e de demônios que penetra a toda hora na banalidade de sua vida quotidiana, a qual é bem semelhante à do desprezível trouxa.
E a grande e triste novidade na obra sobre Harry Potter é que se trata não apenas de uma agressão à imaginação infantil (como o são desde há anos os gibis, com toda espécie de monstros), mas também à inteligência conceitual, que começa precisamente a despertar nessa idade. Daí a tão comentada, — e erradamente elogiada — novidade de tratar-se de um longuíssimo texto, sem figuras, que apela diretamente à inteligência.
Uma das características mais graves da sociedade atual é a ausência crescente de uma formação religiosa da infância. Começam a manifestar preocupação sobre isso até mesmo alguns membros da Hierarquia eclesiástica em diversos países. Fala-se cada vez mais de uma volta ao paganismo.
Porém, por mais carente de formação religiosa que uma alma possa estar, não se apaga nela o instinto natural que as faz voltarem-se para Deus.
O paganismo não é ausência de religião, mas sim ausência da verdadeira Religião. E na presença do demoníaco e do preternatural, é próprio da psicologia imatura das crianças retroceder a uma atitude de fatalismo pagão, ante forças superiores que não consegue dominar.

Miguel Beccar Varella

Fonte: Blog do Carmadélio